A MENSURAÇÃO DA MIGRAÇÃO DE DATA-FIXA NO BRASIL COM BASE NOS CENSOS DEMOGRÁFICOS: DIFICULDADES E INCONSISTÊNCIAS

Autores

Palavras-chave:

migração de data-fixa, microdados, Censo Demográfico, Brasil

Resumo

Nos estudos populacionais no Brasil, verifica-se que uma crescente atenção dada à mensuração dos fluxos migratórios. Nos censos de 1960 e de 1970 as questões sobre migração foram direcionadas apenas aos não-naturais dos municípios e estes quesitos dizem respeito ao tempo de residência sem interrupção na UF e no município, lugar de procedência (UF ou país estrangeiro) e situação do domicílio (urbano ou rural). No Censo de 1980, houve avanços importantes, porém, foi no Censo de 1991, que houve a introdução da informação de “data fixa”, obtida por meio do quesito que indagava aos moradores a UF e o nome do município ou país em que residia em exatos cinco anos atrás. Nos últimos três Censos, no entanto, o processamento dessa informação apresentou peculiaridades cuja discussão é o objeto deste artigo. Além de explicitar a distribuição espacial desses movimentos nas últimas décadas, a principal conclusão deste artigo sugere que uma cautela a mais deva ser dada à mensuração da migração de data-fixas no Censo Demográfico de 2010.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2018-05-11

Como Citar

Garcia, R. A. (2018). A MENSURAÇÃO DA MIGRAÇÃO DE DATA-FIXA NO BRASIL COM BASE NOS CENSOS DEMOGRÁFICOS: DIFICULDADES E INCONSISTÊNCIAS. Cadernos Do Leste, 15(15). Recuperado de https://periodicos.ufmg.br/index.php/caderleste/article/view/13021

Edição

Seção

Artigos

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

1 2 3 > >>