RESÍDUOS SÓLIDOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA BRASILEIRA À LUZ DA EDUCAÇÃOAMBIENTAL CRÍTICA:
UMA REVISÃO INTEGRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.35699/edur.v42i42.54644Palavras-chave:
educação ambiental crítica, resíduos sólidos, lixo, escola, revisão integrativaResumo
Analisou-se a produção acadêmica sobre o ensino de resíduos sólidos na educação básica
brasileira a partir de uma revisão integrativa das publicações entre 2018 e 2022. Foram consultados o
Portal de Periódicos da CAPES, o Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES, a Biblioteca Digital
Brasileira de Teses e Dissertações, o Google Acadêmico e os anais do Encontro Nacional de Pesquisa
em Educação em Ciências e do Congresso Nacional de Educação. As palavras-chave utilizadas para a
busca foram: “lixo”, “resíduos sólidos”, “educação”, “ensino” e “escola”. Os temas foram categorizados
pela análise temática de Braun e Clarke (2006) e as modalidades didáticas seguiram a classificação de
Krasilchik (2004). Dos 931 estudos identificados, 109 abordaram experiências de ensino sobre resíduos
sólidos nas escolas brasileiras. Um terço dos estudos foi publicado em 2019 (33%), 42% foram realizados
no Nordeste, 60% envolveram iniciativas no ensino fundamental, e a escola pública foi o local da maioria
dos trabalhos (84%). As experiências de ensino foram diversas, sendo, a maioria, desenvolvidas por meio
de aulas expositivas, aulas práticas e projetos em diferentes disciplinas. Gestão de resíduos e redução do
consumo foram as principais categorias temáticas identificadas. Grande parte das práticas educativas
abordou o ensino de resíduos sólidos de forma técnica; poucos trabalhos discutiram as causas
socioeconômicas e culturais, bem como a responsabilidade coletiva da gestão dos resíduos. Uma
abordagem contextualizada a cada realidade, envolvendo a comunidade escolar e o seu entorno, pode
contribuir para promoção de práticas mais críticas e integradoras sobre os resíduos sólidos na escola.
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