BASIL BERNSTEIN E A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35699/edur.v42i42.60118

Palavras-chave:

Basil Bernstein, Estruturas de conhecimento, Sociologia da Educação

Resumo

Este artigo, de natureza teórica, tem por objetivo descrever a desordem interna da Sociologia
da Educação desde 1970 e indicar em que medida a obra de Bernstein caminhou no sentido contrário a
essa desordem. Argumenta-se que a obra de Bernstein, teórica e metodologicamente, é caracterizada pela
forte conceptualização, pelo elevado nível de abstração e pelo poder de descrever e explicar os objetos
empíricos, aproximando-se mais das estruturas de conhecimento de gramática forte e verticais. Com esse
argumento, pretende-se demonstrar as singularidades e a relevância da obra de Bernstein, questionar o
relativismo epistemológico e dialogar com o mais recente livro de Stephen J. Ball e Jordi Collet-Sabé.

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Biografia do Autor

  • Ms. Manoel Ayusso Martins, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

    Sou graduado em História e mestre em Planejamento e Análise de Políticas Públicas, ambos títulos pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da UNESP. Integro o Grupo de Pesquisa Políticas Educacionais e Práticas Educativas (GPPEPE), sob coordenação do Prof. Dr. Jefferson Mainardes, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Meus interesses e produção recente: política educacional, obra de Basil Bernstein e currículo.

  • Dr. Jefferson Mainardes, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

    Professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Doutor pelo Institute of Education - University College London. Editor da Revista Práxis Educativa. Bolsista de Produtividade em pesquisa - CNPq.

Publicado

29-04-2026

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

1.
BASIL BERNSTEIN E A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO. edur [Internet]. 29º de abril de 2026 [citado 30º de abril de 2026];42(42). Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/edrevista/article/view/60118