Edições anteriores

  • Revista Indisciplinar
    v. 6 n. 1 (2020)

  • Revista Indisciplinar
    v. 5 n. 2 (2019)

    As edições 8 e 9 da Revista Indisciplinar trazem o tema “Territórios populares: movimentos de resistência ao urbanismo neoliberal” e objetivam discutir as várias formas que os agentes promotores do projeto neoliberal encontram para expulsar as populações mais vulneráveis de territórios estabelecidos, bem como indicar os modos de resistência mobilizados pelos sujeitos que habitam esses espaços. Na presente revista, tratamos de estratégias para a sustentabilidade ecológica nos centros urbanos, bem como dos problemas provenientes da mineração, especialmente dos dois crimes socioambientais cometidos pela Vale em Minas Gerais, em 2016 e 2019.

  • Revista Indisciplinar
    v. 5 n. 1 (2019)

    As edições 8 e 9 da Revista Indisciplinar trazem o tema “Territórios populares: movimentos de resistência ao urbanismo neoliberal” e objetivam discutir as várias formas que os agentes promotores do projeto neoliberal encontram de expulsar as populações mais vulneráveis de territórios estabelecidos, bem como indicar os modos de resistência mobilizados pelos sujeitos que habitam esses espaços. Na presente revista, apresentamos movimentos urbanos de resistência e ocupação, ressaltando a potência de transformação de um modelo de cidade e de comunidade que eles anunciam.

  • Revista Indisciplinar
    v. 4 n. 2 (2018)

    O sétimo número da Revista Indisciplinar trata do tema da Geopolítica. As contribuições recebidas e autores convidados discutem o tema com ênfase nas tensões decorrentes da relação entre espaço e poder no mundo contemporâneo e seu diálogo com o contexto nacional. Diante da menor quantidade de submissões, em grande parte decorrente da coincidência entre o período de envio de artigos e o período eleitoral, o corpo editorial optou pela ampliação da seção Entrevistas e, também,pelo republicação e encomenda de material específico sobre o tema.

  • Revista Indisciplinar
    v. 4 n. 1 (2018)

    O sexto número da Revista Indisciplinar trata do tema Tecnopolítica e Tecnologia Social. Os artigos selecionados discutem, de um lado, a aplicação das tecnologias sociais na mobilização e organização em rede, e de outro, a aplicação da tecnologia na interseção entre as redes digitais e a organização do urbano contemporâneo. Abre a revista o ensaio “Dia de Glória”, reflexão sobre a relação entre arte e cidade como meio de fortalecimento dos elos interpessoais e de transfiguração do espaço público. Em seguida, o artigo “Universidade, Tecnopolíticas e Singularidades” discute o atravessamento da singularidade como chance da intimidade, descortinando um outro tipo de experiência, uma “experiência produtiva de indeterminação”

  • Revista Indisciplinar
    v. 4 n. 5 (2017)

    O quarto número da Revista Indisciplinar traz como tema o Artivismo. O conjunto de artigos e produções artísticas apresentado, ao imbricar arte e ativismo, funciona como importante contraponto aos tempos de exceção e ameaça à livre expressão em momento no qual a democracia plena nos parece distante.

  • Revista Indisciplinar
    v. 3 n. 4 (2017)

    O quarto número da Revista Indisciplinar traz como tema o Artivismo. O conjunto de artigos e produções artísticas apresentado, ao imbricar arte e ativismo, funciona como importante contraponto aos tempos de exceção e ameaça à livre expressão em momento no qual a democracia plena nos parece distante.

  • Revista Indisciplinar
    v. 2 n. 3 (2016)

    Dando continuidade à discussão iniciada na Revista Indisciplinar n. 2, nesta terceira edição o foco recai novamente sobre o tema da cartografia enquanto processo de produção estética, pesquisa e ativismo. Esta continuidade temática se deve ao grande número de textos recebidos para a chamada da Indisciplinar n. 2, levando o corpo editorial a optar por publicar dois números ao mesmo tempo com temáticas iguais. As edições n. 2 e n. 3 da Indisciplinar são, por assim dizer,“irmãs”. 

  • Revista Indisciplinar
    v. 2 n. 2 (2016)

    Nesta edição, o foco recai sobre o tema da cartografia enquanto processo de produção estética, pesquisa e ativismo. Os trabalhos apresentados discorrem sobre a cartografia tanto como método de investigação específico, quanto de forma mais ampliada, perpassando temas como copesquisa, pesquisa-ação, pesquisa intervenção, formação de redes tecnopolíticas de investigação, ou seja, modos de pesquisa que impliquem o pensamento na ação e transformação social, educacional e política, superando clássicas divisões entre ensino, pesquisa e extensão, entre sujeito pesquisador e objeto estudado, entre atores sociais passivos e ativos em processos de investigação, criação e formação acadêmicos e não acadêmicos.

  • Revista Indisciplinar
    v. 1 n. 1 (2015)