Inteligencia Artificial y revistas científicas

los dilemas que impregnan la producción académica contemporánea

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.35699/2237-6658.2025.63351

Palabras clave:

Inteligencia Artificial, integralidad científica, revistas científicas

Resumen

este editorial presenta brevemente algunos dilemas recientes derivados del uso de herramientas de Inteligencia Artificial en la publicación académica, especialmente en el ámbito de las actividades editoriales. Estas actividades, que involucran a diversos actores, han sido impactadas en distintos aspectos y, al mismo tiempo, han contribuido a redefinir la propia publicación científica. ¿Hasta qué punto será aceptable la adopción de la Inteligencia Artificial? ¿Cuáles son sus límites? ¿Se está descuidando el uso ético y responsable en la producción académica? ¿Cuál es la frontera, el conjunto de actividades limítrofes, que deben ser realizadas por un investigador y no “externalizadas” a la máquina? ¿Qué ocurre con la integridad científica, la replicabilidad y, sobre todo, con la consciencia de quien afirma haber producido algo inexistente, reduciendo simultáneamente su propia capacidad de establecer nuevas conexiones e incluso de razonar? En el caso de estudiantes en formación, se trata de un desperdicio múltiple de oportunidades de aprendizaje. Hay muchas preguntas, y hasta ahora solo hay algunas respuestas. Por último, se anuncia la actualización de las directrices de la Revista Múltiples Miradas en Ciencia de la Información, con el propósito de evitar prácticas abusivas relacionadas con el uso de Inteligencia Artificial.

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Biografía del autor/a

  • Patrícia Nascimento Silva, Universidade Federal de Minas Gerais

    Professora Adjunta na Escola de Ciência da Informação (ECI) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Área: Tecnologia, Organização e Tratamento da Informação. Professora e Pesquisadora no Programa de Pós-Graduação em Gestão & Organização do Conhecimento (PPGGOC) ECI/UFMG. Bolsista de Produtividade do CNPq. Fundadora e líder do grupo de pesquisa: Observatório de Dados Abertos. Representante do Comitê Gestor da Infraestrutura Nacional de Dados Abertos (CGINDA). Integra a Comissão Permanente de Inteligência Artificial da UFMG. Doutora em Gestão e Organização do Conhecimento pelo PPGGOC ECI UFMG, Mestre e Bacharel em Sistemas de Informação. Atuou como Analista de Sistemas por 15 anos na área de Engenharia de Software. Experiência e interesse de pesquisa na área de Ciência da Informação e Sistemas de Informação, na linha de Gestão e Tecnologia, com destaque para: Recuperação de Informação, Representação e Organização da Informação e do Conhecimento, Inteligência Artificial, Interoperabilidade, Microsserviços e Application Programming Interface, Dados abertos e Open Government Data, Métodos ágeis e Governança de dados.

Referencias

NASCIMENTO SILVA, Patrícia et al. Inteligência artificial na UFMG: percepções da comunidade acadêmica – relatório da consulta à comunidade acadêmica da Universidade Federal de Minas Gerais no primeiro semestre de 2025. 2. ed. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 2025. 1 recurso online. Disponível em: https://www.ufmg.br/ia/wp-content/uploads/2025/12/Inteligencia-Artificial-na-UFMG_-percepcoes-da-comunidade-academica-2-1-1.pdf. Acesso em: 10 dez. 2025.

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Publicado

2025-12-08

Cómo citar

Inteligencia Artificial y revistas científicas: los dilemas que impregnan la producción académica contemporánea. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação - ISSN 2237-6658, Belo Horizonte, v. 15, 2025. DOI: 10.35699/2237-6658.2025.63351. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/moci/article/view/63351. Acesso em: 28 feb. 2026.