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Artigos

Vol. 3 Núm. 5 (2016): 2º Semestre de 2016

A ARBITRARIEDADE DA LINGUAGEM: DO CONCEITO À ARTE

Enviado
abril 6, 2026
Publicado
2026-04-06

Resumen

Nosso objetivo, neste artigo, é mostrar a crítica da arbitrariedade da linguagem, a ilusão do impulso à verdade e do intelecto humano. Elaborada por Nietzsche, em seu ensaio Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral, o filósofo alemão reflete que para o homem conviver em estado de paz em sociedade, ele precisa forjar conceitos por meio de seu intelecto para sobreviver diante da natureza. A partir disto, mostraremos como tal crítica questiona o valor moral dado a verdade e a mentira e alcançar, com isto, o momento em que nosso impulso estético surge diante da vida.

Referencias

  1. NIETZSCHE. Obras incompletas: Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral. Trad. Rubens Rodrigues Torres Filho. São Paulo: Abril. 1973 (Col. “Os pensadores”). CALOMENI, T.C.B. “Breves notas sobre a crítica nietzschiana da consciência e da linguagem”. In: Cadernos Nietzsche 28. São Paulo: GEN. 2011. CALOMENI, T.C.B. “A proclamação nietzschiana de retorno do trágico-dionisíaco. In. O que nos faz pensar n 28. 2010. MARTON, Scarlett. “A Filosofia de Nietzsche: Um Pragmatismo Avant La Lettre”. In. Cognitio n.1. São Paulo, 2006. DANTO, Arthur. Nietzsche as philosopher. New York: Columbia University Press. 1980.

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