Discursividad de agentes comunitarios de salud sobre el cuidado del niño y adolescente con enfermedad crónica en la atención primaria
DOI:
https://doi.org/10.5935/1415-2762.20190054Palabras clave:
Niño, Adolescente, Enfermedad Crónica, Atención Primaria de Salud, Agentes Comunitarios de SaludResumen
Objetivo: destacar el discurso de los agentes comunitarios de salud sobre la contribución de sus acciones al manejo de la enfermedad crónica de niños y adolescentes en la atención primaria. Método: estudio cualitativo realizado en una ciudad del estado de Paraiba, entre noviembre de 2015 y mayo de 2016, con 10 agentes comunitarios de salud del programa Estrategia Salud de la Familia. Los datos se recogieron a través de entrevistas semiestructuradas y se interpretaron en base al análisis del discurso. Resultados: se observó que en la atención primaria las acciones no satisfacen las necesidades específicas de salud de los niños y adolescentes con enfermedad crónica y por ello precisan monitoreo de servicios especializados. Discusión: se realizan visitas a domicilio para lograr los objetivos. La atención está desarticulada entre los miembro del equipo y se centra en afecciones agudas o en actualizar recetas. A pesar de estas debilidades, el proceso de trabajo de los agentes comunitarios de salud permite la escucha calificada, confianza y seguridad en la relación con la familia y la posibilidad de establecer vínculos. Se realza que los agentes comunitarios de salud reconocen la importancia de la atención amplia y eficaz para esta población, de conocer sus demandas, el contexto social y el desarrollo de los proyectos terapéuticos atípicos. Conclusión: los agentes comunitarios de salud deben ser concientes de las necesidades de los niños y adolescentes con enfermedad crónica y de sus familias y buscar la comunicación efectiva entre los equipos para trazar acciones de cuidado compartidas con miras al manejo calificado de la enfermedad crónica.
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Referencias
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