El cotidiano familiar

escenario de la experiencia de la enfermedad del adulto joven

Autores/as

  • Rafaely de Cassia Nogueira Sanches Faculdade Santa Maria da Glória, Maringá PR , Brazil, Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem. Professora Adjunta. Faculdade Santa Maria da Glória - SMG. Maringá, PR - Brasil
  • Vanessa Denardi Antoniasse Baldissera Universidade Estadual de Maringá, Maringá PR , Brazil, Enfermeira. Doutora em Ciências. Professora Adjunta. Universidade Estadual de Maringá - UEM. Maringá, PR - Brasil, Universidade Estadual de Maringá
  • Ana Maria Peçanha Universidade Paris Descartes V, Sorbonne, Laboratoire d'Ethique Médicale e Medicine Legale, Paris , FR, Socióloga. Doutora em Ciências Sociais. Professora pesquisadora associada. Universidade Paris Descartes V. Sorbonne, Laboratoire d'Ethique Médicale e Medicine Legale. Paris - FR
  • Cremilde Aparecida Trindade Radovanovic UEM, Programa de Pós-graduação e Graduação em Enfermagem, Maringá PR , Brazil, Enfermeira. Doutora em Ciências da Saúde. Professora Adjunta. UEM, Programa de Pós-graduação e Graduação em Enfermagem. Maringá, PR - Brasil, Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.5935/1415-2762.20170056

Palabras clave:

Relaciones Familiares, Enfermería, Actividades Cotidianas, Humanización de la Atención

Resumen

Introducción: la familia es un grupo colectivo de múltiples disposiciones dónde la enfermedad crónica genera grandes modificaciones. Objetivo: comprender la rutina de cuidados del adulto joven con enfermedad crónica y de su familia. Método: Estudio cualitativo fundamentado en la sociología comprensiva de lo cotidiano de Michel Maffesoli, con datos recogidos en entrevistas en profundidad llevadas a cabo durante 12 visitas domiciliarias a una persona con enfermedad crónica y a su familia. Los datos se analizaron según la razón sensible y los ciclos de repeticiones y permanencia que se construían en el día a día fueron las guías de la organización sistemática. Resultados: la participante del estudio era Atena, una joven con lupus eritematoso e hipertensión arterial sistémica desde hacía 15 años e insuficiencia renal crónica en tratamiento hemodialítico desde hacía cuatro. Los datos fueron organizados de modo a demonstrar las características de la vida familiar de Atena; posteriormente se discutieron las dos unidades de significados. Discusión: se observó que la familia es un grupo colectivo que vive la alteridad, en un equilibrio conflictivo y harmonioso que es la socialidad básica. Y por la existencia de la socialidad las formas del cotidiano pueden ser usadas como manera de resistir a las imposiciones de poderes externos por la persona enferma apoyada por los familiares. Conclusión: debe reconocerse la importancia del cotidiano familiar, pues es el lugar dónde se construyen y comparten las elecciones y los comportamientos ante la experiencia de la enfermedad.

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Publicado

2018-03-05

Número

Sección

Investigación

Cómo citar

1.
El cotidiano familiar: escenario de la experiencia de la enfermedad del adulto joven. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2018 Mar. 5 [cited 2026 Feb. 5];21. Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/49852

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