A educação em saúde junto aos adolescentes para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50359Palavras-chave:
educação em saúde, saúde do adolescente, doenças sexualmente transmissíveisResumo
Neste artigo, relata-se uma atividade educativa realizada em uma escola com adolescentes, a qual proporcionou, por meio de recursos tecnológicos, reflexões críticas em relação à prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV). A atividade foi realizada com alunos pertencentes à faixa etária entre 14 e 18 anos, que cursavam o ensino médio numa escola pertencente à Secretaria Executiva Regional III, Fortaleza-CE. Foram realizados seis encontros com técnica de dinâmica grupal, nos quais foram abordados temas como: características secundárias, sexualidade, métodos contraceptivos, DSTs e HIV. Essas oficinas possibilitaram aos adolescentes discutir sobre a prevenção de DSTs e a infecção pelo vírus HIV, com participação ativa e interação com seus pares e educadores. Os adolescentes participantes demonstraram interesse em adquirir mais conhecimentos e ampliar os já existentes.Downloads
Referências
1. Brasil. Ministério da Justiça. Estatuto da Criança e do Adolescente: 12 anos. Brasília (DF): Ministério da Justiça; 2002.
2. Hockenberry MJ, Wilson D, Winkelstein ML. Wong Fundamentos de Enfermagem Pediátrica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2006.
3. Gubert D, Madureira VSF. Iniciação Sexual de Homens Adolescentes. Ciênc Saúde Coletiva. 2008; 13(supl 2): 2247-56.
4. Mello VP, Gandra LRL, Amaral MA, et al. Adolescência, sexualidade e gênero: possibilidades das oficinas de trabalho crítico-emancipatórias. REME - Rev Min Enferm. 2008; 12(3): 390-5.
5. Caliani MFCJ, Otani MAP. Ações educativas com adolescentes: uma intervenção necessária. REME - Rev Min Enferm. 2008; 12(2): 195-200.
6. Borges ALV, Nichiata LYI, Schor N. Conversando sobre sexo: A rede sociofamiliar como base de promoção da saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes. Rev Latinoam Enferm. 2006; 14(3): 422-7.
7. Catrib AMF, Pordeus AMJ, Ataide MBC, et al. Saúde no espaço escolar. In: Barroso MGT, Vieira NFC, Varela ZMV, organizadoras. Educação em Saúde: no contexto da promoção humana. Fortaleza (CE): Edições Demócrito Rocha; 2003. p. 39-46.
8. Maheirie K, Urnau LC, Vavassori MB, et al. Oficinas sobre sexualidade com adolescentes: um relato de experiência. Psicol Estud. 2005; 10(3): 537-42.
9. Santos GHN, Martins MG, Sousa MS. Gravidez na adolescência e fatores associados com baixo peso ao nascer. Rev Bras Ginecol Obstet. 2008; 30: 224-31.
10. World Health Organization. Global strategy for the prevention and control of sexually transmitted infections 2006-2015: breaking the chain of transmission. Geneva: WHO; 2007. [Citado 2010 Jul 13]. Disponível em:
http://www.who.int/reproductivehealth/publications/rtis/9789241563475/en/index.html
11. Brasil. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico: doenças sexualmente transmissíveis. Brasília (DF): MS; 2008.
12. Brasil. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico Aids e DST. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2008.
13. Brasil. Ministério da Saúde. Coordenação Nacional de DST e AIDS. Manual do agente comunitário de saúde. Prevenção e controle das DST e HIV na comunidade. Brasília (DF): MS; 1998.
14. Abramovay M, Castro MG, Pinheiro LC, et al. Juventude, violência e vulnerabilidade social na América Latina: desafios para políticas públicas. Brasília(DF): UNESCO-BID; 2002.
15. Monteiro AI, Medeiros JD, Oliveira JR. Estilo de vida e vulnerabilidade social dos adolescentes no bairro de Felipe Camarão, Natal/RN, 2005. Rev Eletrônica Enferm. 2007; 9(1): 176-90.
16. Jeolás LS, Ferrari RAP. Oficinas de prevenção em um serviço de saúde para adolescentes: espaço de reflexão e de conhecimentos compartilhados. Ciênc Saúde Coletiva. 2003; 8(2): 611-20.
17. Nietsche EA. Tecnologia emancipatória: possibilidade ou impossibilidade para a práxis de enfermagem. Ijuí (RS): Unijuí;2000.
18. Araújo A, Rocha RL, Armond LC. O grupo de adolescentes na escola: a percepção dos participantes. REME - Rev Min Enferm. 2008; 12(2): 207-12.
19. Brasil. Ministério da Saúde. Associação Brasileira de Enfermagem. Revista adolescer: compreender, atuar e acolher. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 1999.
20. Brasil. Ministério da Saúde. Manual do multiplicador: adolescentes / Coordenação Nacional de Doenças sexualmente transmissíveis e Aids. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 1997.
21. Albuquerque PC, Stotz EM. A educação popular na atenção básica à saúde no município: em busca da integralidade. Interface Comunic Saúde Educ. 2004; 8(15): 259-74.
22. Muza GM, Costa MP. Elementos para a elaboração de um projeto de promoção à saúde e desenvolvimento dos adolescentes. O olhar dos adolescentes. Cad Saúde Pública. 2002; 18(1): 321-8.
23. Escobar-Chaves SL, Tortolero SR, Markham CM, et al. Impact of the media on adolescents sexual attitudes and behaviors. Pediatrics. 2005; 116(1): 303-26.
24. Brêtas JRS, Muroya RL, Shida LY, et al. A percepção de adolescentes sobre sexualidade. REME - Rev Min Enferm.2007; 11(4): 446-52.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2011 Reme: Revista Mineira de Enfermagem

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.


































