Networks to care woven by elderly and her family experiencing situations of chronic illness

Authors

  • Geovana Hagata de Lima Souza Thaines Corrêa CuiabáMT, Universidade Federal de Mato Grosso, Faculdade de Enfermagem , Grupo de Pesquisa Enfermagem, Saúde e Cidadania, Brasil
  • Roseney Bellato CuiabáMT, UFMT, FAEN , GPESC, Brasil
  • Laura Filomena Santos de Araújo CuiabáMT, UFMT, FAEN , GPESC, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5935/1415-2762.20140027

Keywords:

Aged, Family, Social Support

Abstract

The study aimed to understand how to make up the support networks of care and support woven by the family of the elderly on a chronic illness who lives alone. Case study of qualitative approach, used the History of Life Interview and Focus in depth as methodological strategies. To organize and analyze data, use the network design support and support woven by the person and family, this being one of the tools that comprise the therapeutic. They are part of the support network of older, active elements, which are constant throughout the illness experience with its members participating in a more continuous care to the elderly and thus becoming a more affectionate ties. It is the support network was considered passive, having to be "triggered" by the family in the search for care undertaken. We emphasize that this network is part of the doctor's confidence that the old meets for twenty years, with whom it develops a loving relationship, it is characterized by the concept of bonding in health, because it is woven by the family and elderly with the professional, and not otherwise. We conclude that, even with passive elements in your support network, which often proved ineffective in helping the health care of the elderly, the family can keep the "balance" positive in caring for elderly, because it has a strong support network, which allows care to happen even if the family does not coinhabit the same residence.

Downloads

Download data is not yet available.

References

1. Brasil. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Síntese de Indicadores Sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira. Estudos e Pesquisas Informação Demográfica e Socioeconômica. IBGE: Rio de Janeiro; 2010. 317 p.

2. Corrêa GHLST, Bellato R, Araújo LFS, Hiller M. Itinerário terapêutico de idosa em sofrimento psíquico e família. Ciênc Cuid Saúde. 2012; 10(2):274-83.

3. Brasil. Lei nº. 10.741, de 10 de outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 03 out. 2003. Reimpressão 2008. Sec. 1:56.

4. Duca GFD, Thumé E, Hallal PC. Prevalência e fatores associados ao cuidado domiciliar a idosos. Rev Saúde Pública. 2011; 45(1):113-20.

5. Hiller M, Bellato R, Araújo LFS. Cuidado familiar à idosa em condição crônica por sofrimento psíquico. Esc Anna Nery Rev Enferm. 2011; 15(3):542-9.

6. Bellato R, Araújo LFS, Mufato LF, Musquim CA. Mediação e mediadores nos itinerários terapêuticos de pessoas e famílias em Mato Grosso. In: Pinheiro R, Martins PH. Rede de Pesquisa Multicêntrica “Incubadora da Integralidade – redes e mediações”. Rio de Janeiro/Recife: CEPESC; 2011. p.177-83.

7. Portugal S. O que faz mover as redes sociais? Uma análise das normas e dos laços. Rev Crít Ciênc Soc. 2007; 79:35-56.

8. Gerhardt TE, Bellato R, Araújo LFS, Costa ALRC, Duarte ED, Lopes TC. Critérios sensíveis para dimensionar repercussões do cuidado profissional na vida de pessoas, famílias e comunidades. In: Pinheiro R, Silva Jr AG, organizadores Por uma sociedade cuidadora. Rio de Janeiro: CEPESC – IMS/UERJ – ABRASCO; 2010. p. 293-306.

9. Bellato R, Araújo LFS, Faria APS, Costa ALRC, Maruyama SA. T. Itinerários terapêuticos de famílias e redes para o cuidado na condição crônica: alguns pressupostos. In: Pinheiro R, Martins PH, organizadores. Avaliação em saúde na perspectiva do usuário: abordagem multicêntrica. Rio de Janeiro: CEPESC/IMS-UERJ; 2009. p. 187-94.

10. Nepomuceno MAS, Bellato R, Araújo LFS, Mufato LF. Modos de tecitura de redes para o cuidado pela família que vivencia a condição crônica por adrenoleucodistrofia. Ciênc Cuid Saúde. 2012; 11(1):156-65.

11. Driessnack M, Sousa VD, Mendes IAC. Revisão dos desenhos de pesquisa relevantes para enfermagem: parte 2: desenhos de pesquisa qualitativa. Ver Latinoam Enferm. 2007; 15(4):183-7.

12. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec; 2010. 407 p.

13. Brasil. DATASUS. Brasília: Ministério da Saúde. Departamento de Informática do SUS – DATASUS. [Citado em 2010 nov. 15]. Disponível em: http://www2. datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0203

14. Bellato R, Araújo LFS, Faria APS, Santos EJF, Castro P, Souza SPS. A história de vida focal e suas potencialidades na pesquisa em saúde e em enfermagem. Rev Eletrôn Enferm. 2008; 10(3):849-56. [Citado em 2010 nov. 10]. Disponível em: http://www.fen.ufg.br/revista/v10/n3/pdf/v10n3a32.pdf

15. Araújo LFS, Bellato, R. Itinerários terapêuticos na abordagem de experiências de cuidado no ensino de enfermagem. Rev Referência. 2011; 2(supl.):492.

16. Costa ALRC, Figueiredo DLB, Medeiros LHL, Mattos M, Maruyama SAT. O percurso na construção dos itinerários terapêuticos de famílias e redes para o cuidado. In: Pinheiro R, Martins PH, organizadores. Avaliação em saúde na perspectiva do usuário: abordagem multicêntrica. Rio de Janeiro: CEPESC/ IMS-UERJ; 2009. p. 195-202.

17. Portugal S. Contributos para uma discussão do conceito de rede na teoria sociológica. Oficina do CES nº 271, março; 2007.

18. Rosa TEC, Benício MHA. As redes sociais e de apoio: o conviver e a sua influência sobre a saúde. BIS. Bol Inst de Saúde 2009; 47:80-3. [Citado em 2010 nov. 15] Disponível em: http://www.producao.usp.br/bitstream/handle/ BDPI/14139/art_ ROSA_As_redes_sociais_e_de_apoio.pdf?sequence=1.

19. Gerhardt TE. Situações de vida, pobreza e saúde: estratégias alimentares e práticas sociais no meio urbano. Ciênc Saúde Coletiva. 2003; 8(3): 713-26.

20. Gerhardt TE, Ruiz EFN, Pinto JM, Burille A, Roese A, Riquinho DL. Atores, redes sociais e mediação na saúde: laços e nós em um cotidiano rural. In: Pinheiro R, Martins PH, organizadores. Usuários, redes sociais, mediações e integralidade em saúde. Rio de Janeiro/Recife: CEPESC-IMS/UERJ-Editora; 2011. p. 253-67.

21. Martins PH. A sociologia de Marcel Mauss: dádiva, simbolismo e associação. Rev Crít Ciênc Soc. 2005; 73: 45-66.

22. Gerhardt TE, Riquinho DL, Rocha L, Pinto JM, Rodrigues ME. Reconhecimento e estigma em uma comunidade rural: discutindo acesso, participação e visibilidade de usuários em situação de adoecimento crônico. In: Pinheiro R, Martins PH, organizadores. Avaliação em saúde na perspectiva do usuário: abordagem multicêntrica. Rio de Janeiro: CEPESC/IMS-UERJ; 2009. p. 309-22.

23. Martins PH. De Lévi-Strauss a M.A.U.S.S. Movimento antiutilitarista nas ciências sociais. Itinerários do dom. Rev Bras Ciênc Soc. 2008; 23(66):105-30.

24. Stafield B. Atenção primária: equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília: UNESCO; 2002. 726p.

25. Santos AM, Assis MMA, Nascimento MAA, Jorge MSB. Vínculo e autonomia na prática de saúde bucal no Programa Saúde da Família. Rev Saúde Pública. 2008; 42(3):464-70.

26. Franco Júnior AJ, Conrado MOM, Andrade DE, Mioto DE. A importância do vínculo entre equipe e usuário para o profissional da saúde. Rev Investigação. 2008; 8(1-3): 11-8.

27. Hunt, P, Khosla R. Acesso a medicamentos como um direito humano. Amparo T, tradutor. Rev Int Direitos Human. 2008; 5(8):98-115.

28. Campos CVA, Malik AM. Satisfação no trabalho e rotatividade dos médicos do Programa de Saúde da Família. Rev Adm Pública. 2008; 2(2):347-68.

29. Gerhardt TE. Itinerários terapêuticos e suas múltiplas dimensões: desafios, para a prática da integralidade e do cuidado como valor. In: Pinheiro R, Mattos RA, organizadores. Razões públicas para a integralidade em saúde: o cuidado como valor. 2ª ed. Rio de Janeiro: CEPESC – IMS/UERJ – ABRASCO; 2007. p. 279-99.

Published

2014-06-01

Issue

Section

Research

How to Cite

1.
Networks to care woven by elderly and her family experiencing situations of chronic illness. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2014 Jun. 1 [cited 2026 Feb. 5];18(2). Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50167

Most read articles by the same author(s)