Experiences on facing death:
social representations of relatives of patients that have no possibility of a cure
DOI:
https://doi.org/10.35699/2316-9389.2012.v16.50320Keywords:
Humanization of Care, Psychological Stress, Palliative Care, Nursing EducationAbstract
This study aimed at determining the social representations of relatives of patients that have no possibility of a cure. It is a descriptive and exploratory study with a qualitative approach. Five family members, aged between 19 and 45 years, participated in the survey. Data was collected through guided, semi-structured interviews. The field study was a hospital school in the Federal District. Two distinct lines emerged from the analysis of the interviews: a) the psychosocial framework that forges the representations concerning the process of death and dying; and b) the relatives' health care evaluation as humanized or dehumanized, depending on the attitude of the professional and on the institution's physical and material conditions. The results revealed the weaknesses of a family group in the face ofa painful event. The patients' relatives complained about the lack of support from the healthcare team. According to them an effective communication approach could strengthen links that encourage the emergence of mechanisms of adaptation to confront disease and grief. The study revealed that health professionals are not prepared to attend to the needs of this kind of patient.Downloads
References
1. Elias N. A solidao dos moribundos. Rio de Janeiro (RJ): Jorge Zahar; 2001.
2. Menezes RA. Em busca da boa morte: antropologia dos cuidados paliativos. Rio de Janeiro (RJ): Garamond; Fiocruz; 2004.
3. Roseney B, Carvalho EC. O jogo existencial e a morte da ritualizacao. Rev Latinoam Enferm. 2005; 13(1): 99-104.
4. Aries P. Historia da morte no Ocidente. Rio de Janeiro (RJ): Ediouro; 2003.
5. Aries P. O homem perante a morte – II. Portugal: Publicacoes Europa-America; 1977.
6. Moreira AC, Lisboa MTL. A morte – entre o publico e o privado: reflexoes para a pratica de enfermagem. Rev Enferm UERJ. 2006;
14(3): 447-54.
7. Nucci, NAG. Cuidado Paliativo: construindo significados. In: Santos FS, organizador. Cuidados Paliativos: diretrizes, humanizacao e alivio de sintomas. Sao Paulo (SP): Atheneu; 2011. p. 609-16.
8. Schiemann AL. Luto e espiritualidade: vivencias da condicao humana. In: Santos FS, organizador. A arte de cuidar: saude, espiritualidade e educacao. Braganca Paulista (SP): Comenicus; 2010. p. 383-96.
9. Paula ES, Nascimento LC, Rocha SMM. Religiao e espiritualidade: experiencia de familias de criancas cominsuficiencia renal cronica. Rev Bras Enferm. 2009; 62(1): 100-6.
10. Mattos TD, Lange C, Cecagno D, Amestoy SC, Thofehrn MB. Profissionais de enfermagem e o processo de morrer e morte em uma unidade de terapia intensiva. REME Rev Min Enferm. 2009; 13(3): 337-42.
11. Reinert M. Un logicel d’analyse lexicale (ALCESTE). Cahiers Analyse des Donnees. 1987 ; 4:471-84.
12. Rodrigues JC. Tabu da morte. 2a ed. Rio de Janeiro (RJ): Fiocruz; 2006.
13. Pereira LL, Dias AC. O familiar cuidador do paciente terminal: o processo de despedida no contexto hospitalar.
Psico UFSM. 2007; 38(1):55-65.
14. Bayard JP. O sentido oculto dos ritos mortuarios: morrer e morrer? Sao Paulo (SP): Paulus; 1996.
15. Vasconcelos EM. Espiritualidade na educacao popular em saude. Brasilia: Nucleo de Estudos de Saude Publica – NESP; 2005.
16. LunardiWD, Sulzbach RC, Lunardi VL. Percepcoes e condutas dos profissionais de enfermagem frente ao processo de morrer e morte. Texto Contexto Enferm. 2001; 10(3): 60-81.
17. Merhy EE. A perda da dimensao cuidadora na producao de saude: uma discussao do modelo assistencial e da intervencao no seu modo de trabalhar a assistencia. In: Campos CR, Malta DC, Reis AT, Santos A, Merhy EE. Sistema Unico de Saude em Belo Horizonte: reescrevendo o publico. Sao Paulo: Xama; 1998. p. 103-20.
18. Trincaus RM, Correa AK. A dualidade vida-morte na vivencia dos pacientes com metastases. Rev Esc Enferm USP. 2007; 41(1): 44-51.
19. Sa AC. A importancia da espiritualidade para profissionais de saude. In: Santos FS, organizador. A arte de cuidar: saude, espiritualidade e educacao. Braganca Paulista (SP): Comenicus; 2010. p.132-43.
20. Carneiro TM. Vivenciando o cuidar e o curar como familiar em um hospital. Rev Bras Enferm. 2008; 61(3): 390-4.
21. Canella P, Maldonado M. Recursos de relacionamento para profissionais de saude. Rio de Janeiro (RJ): Reichmann & Affonso; 2003.
22. Ministério da Saúde (BR). Portaria MS-GM no. 19, de 03 de janeiro de 2002. Institui, no ambito do Sistema Unico de Saude, o Programa Nacional de Assistencia a Dor e Cuidados Paliativos. Diario Oficial da Uniao, Brasilia, 09 jul. 2002. Secao 1.
23. Floriani AF. Cuidado paliativo no Brasil: desafios para sua insercao no Sistema de Saude. In: Santos FS, organizador. Cuidados paliativos: diretrizes, humanizacao e alivio de sintomas. Sao Paulo (SP): Atheneu; 2011. p. 101-8.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2012 Reme: Revista Mineira de Enfermagem

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.


































