Transformaciones del ambiente de las Unidades de Cuidados Intensivos Pediátricos desde la perspectiva de los enfermeros

Autores/as

  • Soraya Bactuli Cardoso Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueiras - IFF/FIOCRUZ/MS, Unidade de Pacientes Graves. Rio de Janeiro, RJ - Brasil. https://orcid.org/0000-0002-4665-2421
  • Isabel Cristina dos Santos Oliveira Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Escola de Enfermagem Anna Nery, Departamento de Enfermagem Médico Cirúrgica. Rio de Janeiro, RJ - Brasil. https://orcid.org/0000-0002-0664-1584
  • Tania Vignuda de Souza Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Escola de Enfermagem Anna Nery, Departamento de Enfermagem Materno Infantil. Rio de Janeiro, RJ - Brasil. https://orcid.org/0000-0003-1893-893X
  • Sandra Alves do Carmo Centro Municipal de Saúde Duque de Caxias - CMSDC, Enfermeira. Rio de Janeiro, RJ - Brasil. https://orcid.org/0000-0001-8413-0053
  • Luciana de Cassia Nunes Nascimento Universidade Federal do Espírito Santo - UFES, Departamento de Enfermagem. Espírito Santo, ES - Brasil. https://orcid.org/0000-0003-4947-5480

DOI:

https://doi.org/10.35699/2316-9389.2022.40562

Palabras clave:

Enfermería Pediátrica, Unidades de Cuidados Intensivos, Ambiente de Instituciones de Salud, Niño Hospitalizado

Resumen

Objetivo: analizar el discurso de los enfermeros sobre el ambiente de la Unidad de Cuidados Intensivos Pediátricos UCIP y sus transformaciones con la presencia del familiar/acompañante. Método: investigación cualitativa, realizada mediante un cuestionario con veintiocho enfermeros de tres unidades de cuidados intensivos pediátricos. Se utilizó el software Iramuteq para el procesamiento de datos. Para el análisis, se realizó la Clasificación Jerárquica Descendente y el análisis temático. Resultados: los enfermeros mencionaron la importancia del ambiente de la unidad y la necesidad de que el familiar permanezca allí. Sin embargo, afirman que el espacio físico no es el adecuado para esta permanencia. Además, la UCIP se caracterizó como estresante principalmente en relación con la iluminación, el ruido, la temperatura y la falta de espacios para el descanso y las comidas. Conclusiones: el ambiente influye en los cuidados prestados al niño y a su familia en la UCIP, así como en las relaciones interpersonales de los enfermeros, especialmente con los familiares. Por lo tanto, es esencial que el enfermero participen en el proceso de planificación y construcción de la unidad, haciendo del ambiente de la unidad una herramienta facilitadora para la salud.

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Publicado

2022-07-20

Número

Sección

Investigación

Cómo citar

1.
Transformaciones del ambiente de las Unidades de Cuidados Intensivos Pediátricos desde la perspectiva de los enfermeros. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2022 Jul. 20 [cited 2026 Apr. 13];26. Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/40562

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