Transformaciones del ambiente de las Unidades de Cuidados Intensivos Pediátricos desde la perspectiva de los enfermeros
DOI:
https://doi.org/10.35699/2316-9389.2022.40562Palabras clave:
Enfermería Pediátrica, Unidades de Cuidados Intensivos, Ambiente de Instituciones de Salud, Niño HospitalizadoResumen
Objetivo: analizar el discurso de los enfermeros sobre el ambiente de la Unidad de Cuidados Intensivos Pediátricos UCIP y sus transformaciones con la presencia del familiar/acompañante. Método: investigación cualitativa, realizada mediante un cuestionario con veintiocho enfermeros de tres unidades de cuidados intensivos pediátricos. Se utilizó el software Iramuteq para el procesamiento de datos. Para el análisis, se realizó la Clasificación Jerárquica Descendente y el análisis temático. Resultados: los enfermeros mencionaron la importancia del ambiente de la unidad y la necesidad de que el familiar permanezca allí. Sin embargo, afirman que el espacio físico no es el adecuado para esta permanencia. Además, la UCIP se caracterizó como estresante principalmente en relación con la iluminación, el ruido, la temperatura y la falta de espacios para el descanso y las comidas. Conclusiones: el ambiente influye en los cuidados prestados al niño y a su familia en la UCIP, así como en las relaciones interpersonales de los enfermeros, especialmente con los familiares. Por lo tanto, es esencial que el enfermero participen en el proceso de planificación y construcción de la unidad, haciendo del ambiente de la unidad una herramienta facilitadora para la salud.
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