Implementación del telemonitoreo por video en el tratamiento de la tuberculosis en la atención primaria:

Relato de experiencia

Autores/as

  • Ana Carolina Pereira Castro Universidade Estadual de Londrina – UEL, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Londrina, PR – Brasil.
  • Ana Beatriz Floriano de Souza Universidade Estadual de Londrina – UEL, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Londrina, PR – Brasil. https://orcid.org/0000-0002-4721-5370
  • Nathalia Zini Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - EERP, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Ribeirão Preto, SP - Brasil. https://orcid.org/0000-0003-1891-1606
  • André Luiz Teixeira Vinci Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - EERP, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Ribeirão Preto, SP - Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3743-0250
  • Yan Mathias Alves Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - EERP, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Ribeirão Preto, SP - Brasil. https://orcid.org/0000-0002-5596-0047
  • Ricardo Alexandre Arcêncio Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - EERP, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Ribeirão Preto, SP - Brasil. https://orcid.org/0000-0003-4792-8714
  • Ana Cláudia Tofalini Universidade Estadual de Londrina – UEL, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem – Stricto Sensu. Londrina, PR – Brasil. https://orcid.org/0009-0001-7715-0782
  • Flávia Meneguetti Pieri Universidade Estadual de Londrina – UEL, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem – Stricto Sensu. Londrina, PR – Brasil. https://orcid.org/0000-0003-1239-2550

DOI:

https://doi.org/10.35699/2316-9389.2026.62745

Palabras clave:

Tuberculosis, Atención Primaria de Salud, Telemedicina, Monitorización Remota de Pacientes, Enfermería, Informes de Casos

Resumen

Objetivo: relatar la experiencia de implementación del Sistema de Telemonitoreo por Video del Tratamiento de la Tuberculosis (VDOT) en la atención primaria de salud, destacando potencialidades, desafíos y aprendizajes vividos por enfermeros durante la incorporación de esta innovación tecnológica en el seguimiento de personas con tuberculosis. Métodos: informe de experiencia en innovación tecnológica, con enfoque descriptivo y reflexivo, desarrollado en el municipio de Londrina, Paraná, entre febrero y junio de 2025. La sistematización de la experiencia fue conducida con base en el marco metodológico de Holliday, estructurado en cinco etapas: punto de partida, preguntas iniciales, recuperación del proceso vivido, reflexión de fondo y puntos de llegada. Resultados: la experiencia involucró a enfermeros de unidades básicas de salud que participaron en la implementación del VDOT para el seguimiento de personas con tuberculosis pulmonar. La incorporación de la tecnología permitió ampliar las modalidades de monitoreo del tratamiento y favoreció la reorganización de las prácticas de vigilancia en salud. Entre las potencialidades observadas, se destacaron la flexibilidad en el seguimiento de los usuarios y el fortalecimiento del papel de la enfermería en la coordinación del cuidado. Por otro lado, se identificaron desafíos relacionados con la exclusión digital, el acceso a Internet, el uso de dispositivos móviles y la adaptación de los procesos de trabajo de los equipos. Conclusión: la experiencia evidenció que la implementación del VDOT en la atención primaria de salud representa una estrategia prometedora para apoyar la vigilancia del tratamiento de la tuberculosis. Los aprendizajes generados refuerzan la importancia del protagonismo de la enfermería, el apoyo institucional, la cualificación profesional y la inclusión digital para la incorporación sostenible de tecnologías innovadoras en el SUS.

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Biografía del autor/a

  • Nathalia Zini, Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - EERP, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Ribeirão Preto, SP - Brasil.

    Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil - Doutores e Pesquisador de pós-doutorado (bolsista).

  • André Luiz Teixeira Vinci, Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - EERP, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Ribeirão Preto, SP - Brasil.

    Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil - Doutores e Pesquisador de pós-doutorado (bolsista).

  • Yan Mathias Alves, Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - EERP, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Ribeirão Preto, SP - Brasil.

    Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil - Doutorando.

  • Ricardo Alexandre Arcêncio, Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - EERP, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Ribeirão Preto, SP - Brasil.

    Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil - Professor Titular (PhD, MS, RN)

  • Ana Cláudia Tofalini, Universidade Estadual de Londrina – UEL, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem – Stricto Sensu. Londrina, PR – Brasil.

    Programa de Pós-Graduação em Enfermagem – Stricto Sensu - Universidade Estadual de Londrina-UEL, Londrina, Paraná, Brasil. - Mestranda.

  • Flávia Meneguetti Pieri, Universidade Estadual de Londrina – UEL, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem – Stricto Sensu. Londrina, PR – Brasil.

    Programa de Pós-Graduação em Enfermagem – Stricto Sensu - Universidade Estadual de Londrina-UEL, Londrina, Paraná, Brasil. - Professor Titular PhD

Referencias

1. Ministério da Saúde (BR). Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil [Internet]. 2ª ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2019 [citado em 2026 set. 07]. 364 p. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/brasil-saudavel/tuberculose /manual-de-recomen dacoes-e-controle-da-ttuberculose-no-brasil-2a-ed

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3. Story A, Aldridge RW, Smith CM, Garber E, Hall J, Ferenando G, et al. Smartphone-enabled video-observed versus directly observed treatment for tuberculosis: a multicentre, analyst-blinded, randomised, controlled superiority trial. Lancet [Internet]. 2019 [citado em 2025 nov. 08];393(10177):1216-24. Disponível em: https://doi.org/10.1016/S0140-6736(18)32993-3

4. Holliday OJ. Para sistematizar experiências [Internet]. 2ª ed. rev. Brasília: Ministério do Meio Ambiente; 2006 [citado em 2025 nov. 07]. 128 p. Disponível em: https://framerusercontent.com/assets/3Nj1YDd9RBn357Toj8Vf3n6cxc.pdf

Publicado

2026-09-24

Número

Sección

Relato

Cómo citar

1.
Pereira Castro AC, Floriano de Souza AB, Zini N, Teixeira Vinci AL, Alves YM, Arcêncio RA, et al. Implementación del telemonitoreo por video en el tratamiento de la tuberculosis en la atención primaria:: Relato de experiencia. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2026 Sep. 24 [cited 2026 Oct. 12];30. Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/62745

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