Utopias, distopias e o jogo da criação de mundos

Autores

  • Andityas Soares de Moura Costa Matos Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.35699/2316-770X.2017.12600

Palavras-chave:

Utopia, Distopia, Contemporaneidade

Resumo

O presente artigo pretende promover uma reflexão sobre o sentido da utopia hoje, partindo da compreensão originária do termo no século XVI e retomando, em uma interface com a literatura e o cinema, as suas transformações ao longo do tempo, bem como seu significado nos dias atuais, quando as utopias são pensadas por meio de uma estratégia de inversão que tem como fruto célebres distopias. Paralelamente, traça-se o panorama histórico, estético e cultural em que experiências utópicas foram propostas – antes e depois da criação da palavra por Thomas More na obra homônima. Na conclusão do texto, faz-se uma reflexão sobre o lugar e a função política da utopia no mundo contemporâneo, com base num paradigma filosófico comprometido com as transformações sociais.

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Biografia do Autor

Andityas Soares de Moura Costa Matos, Universidade Federal de Minas Gerais

Professor Adjunto de Filosofia do Direito e disciplinas afins na Faculdade de Direito e Ciências do Estado da UFMG. Membro do Corpo Permanente do Programa de Pós-graduação em Direito da Faculdade de Direito e Ciências do Estado da UFMG.

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Publicado

2018-05-03

Como Citar

MATOS, A. S. de M. C. Utopias, distopias e o jogo da criação de mundos. Revista da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, v. 24, n. 1 e 2, p. 40–59, 2018. DOI: 10.35699/2316-770X.2017.12600. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadaufmg/article/view/12600. Acesso em: 3 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos