Mapear coletivamente a ditadura argentina e seus restos

  • Hernán Lopez Piñeyro Universidad de Buenos Aires, Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
Palavras-chave: Práticas colaborativas, Cartografias, Ditadura argentina

Resumo

Este trabalho critica as práticas cartográficas promovidas por grupos artísticos e desenvolvidas de forma colaborativa. Mais especificamente, é analisada neste artigo uma ação do Grupo de Arte Callejero, Aquí viven genocidas (2001-2006): uma série de mapas de Buenos Aires onde são indicados os endereços dos genocidas de forma “escrachada” por diferentes organizações sociais e assuntos relacionados à última ditadura militar argentina. Essa cartografia não foi criada em um atelier de artista, mas nas ruas, e tendo como base a proposta de um grupo, formado pela colaboração entre ativistas, a fim de tecer redes de afinidade e promover práticas alternativas de justiça.

Publicado
2019-11-22
Como Citar
LOPEZ PIÑEYRO, H. Mapear coletivamente a ditadura argentina e seus restos. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, p. 13-28, 22 nov. 2019.
Seção
Artigos - Seção temática