Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor".
  • O texto submetido atende a todas as exigências descritas nas Diretrizes para Autores da revista.
  • O texto submetido atende às diretrizes do Código de Conduta e Boas Práticas do COPE (Committee on Publication Ethics): texto do Código em inglês ou sua tradução para o português.
  • O autor ou os autores estão cadastrados na página da Aletria: Revista de Estudos de Literatura e preencheram, em seus perfis e nos metadados da submissão, os itens solicitados, principalmente a filiação, titulação e a ID na base ORCID (https://orcid.org/register).
  • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF.

Diretrizes para Autores

Código de Conduta e Boas Práticas

A revista Aletria segue as diretrizes do Código de Conduta e Boas Práticas do COPE (Committee on Publication Ethics) e as submissões devem atender a essas diretrizes. Para conhecimento do Código consulte o texto original em inglês ou sua tradução para o português.

Normas para submissão

Atualizado em junho de 2019.

A revista Aletria aceita trabalhos inéditos em sua especialidade: artigos sobre estudos literários e culturais; resenhas de obras literárias e científicas na área de literatura e teoria literária publicadas no ano corrente ou anterior. A pertinência da submissão de trabalhos como entrevista e tradução será avaliada pelos editores. Obs.: não serão aceitos capítulos de dissertações ou teses em que essa condição possa ser constatada no texto.

Ao submeter trabalhos à revista Aletria, os autores devem estar atentos às diretrizes abaixo, cuja observância será considerada na avaliação dos textos. Caso tenha alguma dúvida, o autor deve entrar em contato com o Setor de Publicações da FALE/UFMG, através do endereço periodicosfaleufmg@gmail.com, não se esquecendo de informar o nome da revista Aletria no assunto da mensagem.

Submissão

1. Para os dossiês temáticos serão aceitos artigos submetidos até os prazos determinados em suas chamadas. Para as seções “Varia”, “Resenha” e “Entrevista” serão aceitos trabalhos em fluxo contínuo.
2. A revista publica trabalhos de autores doutores, que poderão ainda submeter trabalhos em coautoria com doutorandos.
3. Cada autor ou conjunto de autores pode submeter apenas um texto por número da revista e, tendo tido um texto publicado, só poderá voltar a submeter após o interstício de quatro números.
4. O autor ou conjunto de autores não poderá submeter à avaliação o mesmo artigo, simultaneamente, a mais de um dossiê ou a um dossiê e à Varia. Nesse caso os artigos serão rejeitados.
5. Serão aceitos trabalhos em portuguêsespanholinglês ou francês.
6. É obrigatório o cadastro de todos o autores no sistema da revista. Em caso de coautoria, todos os autores devem ser incluídos nos metadados da submissão pelo autor que submeter o texto.
7. É obrigatórioo registro, nos metadados da submissão, da instituição de ensino a que os autores estão vinculados e de sua titulação (em "Resumo da Biografia").
8. É igualmente obrigatório o registro, nos metadados da submissão, da ID na base ORCID (https://orcid.org/) de todos os autores, no seguinte formato: http://orcid.org/0000-0000-0000-0000 (Obs.: deve-se remover o s de https:// da ID fornecida pela base).
9. O material deverá vir devidamente revisado pelo autor. A Comissão Editorial, entretanto, reserva-se o direito de fazer nova revisão e de fazer as necessárias alterações no trabalho.
10. Os documentos suplementares devem ser enviados no passo 4 da submissão – “Transferência de documentos suplementares”. São documentos suplementares imagens, autorizações para reprodução de imagens, lista completa de referências etc.
11. O trabalho, original e inédito, não deve ser submetido a outra publicação concomitantemente.

ATENÇÃO: Os autores devem conferir se o endereço de e-mail registrado em seu perfil está atualizado, para que recebam as notificações do sistema. Devem também ficar atentos às suas caixas de spam.

Autoria e afiliação

1. O trabalho deve ser enviado anonimamente, sem quaisquer referências que possam identificar o(s) autor(es).
2. Trabalhos citados que sejam de autoria do(s) autor(es) do texto submetido devem ter sua referência e notas de referência substituídas por XXX seguido do ano, para posterior identificação. As referências completas devem ser enviadas em documento suplementar (vide item 6 da seção “Submissão”).
3. As informações sobre a afiliação dos autores, incluindo instituição de origem, cidade, estado e país, devem ser fornecidas apenas no formulário de submissão.

Artigos

1. Os artigos devem ter de 7.000 a 8.000 palavras em papel tamanho A4, fonte Times New Roman, tamanho 12 e espaçamento simples. O número total de palavras deve incluir o texto e peritextos, ou seja, incluir os títulos, os resumos e palavras-chave (nos dois idiomas), as referências bibliográficas, notas de rodapé etc.
2. Formato dos arquivos: Os arquivos devem ter extensão .doc, .docx ou .rtf.
3. Os originais devem, obrigatoriamente, conter:

a)
 Título na língua do texto;
b) Título em inglês (textos redigidos em inglês devem conter, além do título na língua do texto, sua tradução para o português);
c) Resumo na língua do texto, contendo entre 100 e 150 palavras;
d) Abstract (textos redigidos em inglês devem conter, além do abstract, resumo em português);
e) Palavras-chave na língua do texto limitadas a 6 (seis). Palavras-chave são ferramentas que facilitam a localização do trabalho em bases de indexação e em sites de busca. Por essa razão, devem ser representativas do conteúdo do artigo; não ser abrangentes demais, remetendo a todo um campo (ex.: “literatura”), nem específicas demais a ponto de nenhum leitor pensar em buscá-las. Devem ser objetivas, sucintas e não oracionais. Recomendamos incluir o autor ou obra estudada.
f) Keywords (textos redigidos em inglês devem conter, além de keywords, palavras-chave em português);
g) Referências, no formato da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em lista ao final do texto (vide seção “Referências”). Só devem ser incluídos trabalhos efetivamente citados no texto.

Resenhas

As resenhas devem ter de 1.200 a 1.400 palavras em papel tamanho A4, fonte Times New Roman, tamanho 12 e espaçamento simples. O número total de palavras deve incluir o texto e peritextos, ou seja, incluir os títulos, os resumos e palavras-chave (nos dois idiomas), as referências bibliográficas, notas de rodapé etc.
2. Extensão dos arquivos: Os arquivos devem ter extensão .doc, .docx ou .rtf.
3. As resenhas devem, obrigatoriamente, conter:

a) 
Título, que corresponde à referência da obra resenhada no formato ABNT;
b) Referências, em formato ABNT, em lista ao final do texto (vide seção “Referências”), caso haja citações. Só devem ser incluídas nas referências obras efetivamente citadas.

Entrevistas

1. As entrevistas devem ter de 2.000 a 4.000 palavras e ser redigidas em papel tamanho A4, fonte Times New Roman, tamanho 12 e espaçamento simples.
2. Formato dos arquivos: Os arquivos devem ter extensão .doc, .docx ou .rtf.
3. Os originais devem, obrigatoriamente, conter:

a) 
Título na língua do texto;
b) Parágrafo introdutório apresentando o entrevistado e a circunstância da entrevista;
c) Referências, no formato ABNT, em lista ao final do texto (vide seção “Referências”), caso haja citações. Só devem ser incluídos trabalhos efetivamente citados no texto.


Epígrafe, agradecimentos e dedicatória

1. A epígrafe, caso haja, deve ser inserida logo antes do texto, após as keywords.
2. Caso haja agradecimentos ou dedicatórias, devem figurar em nota de rodapé ou após o texto (antes das referências), em seção própria intitulada “Agradecimentos” ou “Dedicatória”.

Ilustrações

1. As figuras, gráficos e tabelas deverão vir acompanhados de títulos numerados e fonte (quando não forem originais do trabalho). O título deve vir acima e a fonte abaixo da ilustração, no formato ABNT (NBR 6022, 2018).
2. As ilustrações deverão estar em boa resolução.
3. Serão aceitas, no máximo, 3 (três) ilustração por artigo.
4. As imagens deverão ter autorização de uso, que deve ser anexada como documento suplementar no passo 4 do processo de submissão.

Citações e notas

1. As citações devem seguir o formato ABNT (NBR 10520, 2002), cujas diretrizes básicas são as seguintes:

a) 
As citações de até 3 (três) linhas deverão vir entre aspas na sequência do texto.
b) As citações de mais de 3 (três) linhas deverão vir em parágrafo à parte, recuado a 4 cm da margem esquerda, em tamanho 10.

2. 
Citações em língua estrangeira deverão ser traduzidas, inserindo-se o texto original em rodapé. O autor das traduções deve ser informado após a indicação da página da citação, conforme as orientações da NBR 10520 (2002).
3. Intervenções (alterações, inclusões) do autor na citação direta devem ser indicadas por colchetes (vide exemplo da alínea c do item 6).
4. Supressões nas citações diretas devem ser indicadas por reticências entre colchetes: [...].
5. As expressões idemibidemop. cit. loc. cit. não devem ser usadas.
6. Notas de referência: são notas que indicam as fontes das obras citadas ou remetem a outros pontos do próprio texto. Deve-se seguir o sistema autor-data da ABNT (NBR 10520, 2002), cujas orientações básicas são:

a) Citação indireta precedida de menção ao autor: O sobrenome do autor deve vir em caixa alta-baixa seguido do ano entre parênteses (a indicação da página é opcional):

  • Segundo Elia (1979), a Bopp lançou as bases para a identificação do parentesco entre línguas.

b) Citação indireta sem prévia menção ao autor: Sobrenome do autor em caixa alta e ano devem vir entre parênteses após a citação. A indicação da página é opcional.

  • Sabe-se hoje que não é possível sustentar a tese de que o latim vulgar tenha sido homogêneo (ELIA, 1979, p. 42).

c) Citação direta precedida de menção ao autor: O sobrenome do autor deve vir em caixa alta-baixa seguido do ano e da página entre parênteses:

  • Como lembra Elia (1979, p. 5), “[u]m dos mais importantes resultados do método foi a classificação genealógica das línguas, segundo a qual um grupo de línguas é reconduzido ao antepassado comum [...] do qual aquelas são fases ou diferenciações.”

d) Citação direta sem prévia menção ao autor: Sobrenome do autor em caixa alta, ano e página devem vir entre parênteses, após a citação:

  • São chamados de superestratos “[a]s línguas de povos conquistadores que influenciam a língua de povos conquistados sem contudo absorvê-la”  (ELIA, 1979, p. 110).

7. Notas de rodapé: As notas de rodapé devem ser reservadas a conteúdo explicativo e à versão original de citações traduzidas.

Referências

1. As referências deverão aparecer completas, à exceção das obras de autoria do(s) autor(es) do trabalho (vide item 2 da seção “Autoria e afiliação”), organizadas em ordem alfabética de sobrenome de autor, em seção intitulada “Referências”, ao final do texto.
2. As referências deverão seguir as normas da ABNT (NBR 6023, 2018).

a) Livro:
 SOBRENOME DO AUTOR, Nome do Autor. Título. Tradutor. edição (a partir da segunda). Local (cidade) de Publicação: Editora, ano. (Coleção, volume da coleção).

Ex.)

  • Versão impressa: BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e politica: ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. (Obras Escolhidas, 1).
  • Versão digital: PEREIRA, Maria Antonieta; REIS, Eliana Lourenço de L. Reis (org.). Literatura e estudos culturais. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2000. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e-livros/Literatura%20e%20Estudos%20Culturais.pdf. Acesso em: 31 maio 2019.

b) Capítulo de livro: SOBRENOME DO AUTOR, Nome do Autor. Título do capítulo. In: SOBRENOME DO ORGANIZADOR, Nome do Organizador (org.). Título do livro. edição (a partir da segunda). Local (cidade) de Publicação: Editora, ano. página inicial e final do capítulo. (Coleção, volume da coleção)

Ex.)

  • Versão impressa: CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: CANDIDO, Antonio. Vários escritos. 5. ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011. p. 171-193.
  • Versão digital: RAVETTI, Graciela. O corpo na letra: o transgênero performático. In: CARREIRA, André Luiz Antunes N. et al. (org.). Mediações performáticas latino-americanas. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2003. p. 81-90. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e-livros/Media%C3%A7%C3%B5es%20Perfom%C3%A1ticas%20Latino%20Americanas.pdf. Acesso em: 01 jun. 2019.

c) Artigo de periódico: SOBRENOME DO AUTOR, Nome do Autor. Título do artigo. Título do Periódico, local (cidade) da publicação, volume, número, páginas inicial e final do artigo, mês e ano da publicação.

Ex.)

  • Versão impressa: NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. Tradução de Yara Aun Khoury. Projeto História, São Paulo, v. 10, p. 7-28, dez. 1993.
  • Versão digital: OTTE, Georg. Hermetismo e provocação: sobre “A tarefa do tradutor”, de Walter Benjamin. Aletria, Belo Horizonte, v. 25, n. 2, p. 209-224, 2005. DOI: http://dx.doi.org/10.17851/2317-2096.25.2.209-224. Disponível em: http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/aletria/article/view/8753/8632. Acesso em: 03 jun. 2019.

d) Monografias, dissertações, teses: SOBRENOME DO AUTOR, Nome do Autor. Título do trabalho. Orientador: Nome do Orientador. Ano da defesa. Número de folhas. Tipo de trabalho (Titulação) – Faculdade, Instituição, Cidade, ano de publicação.

Ex.)

  • Versão impressa: ÁVILA, Myriam Corrêa de Araújo. Alice through Macunaima’s looking-glass. Orientadora: Cleusa Vieira Aguiar. 1986. 104 f. Dissertação (Mestrado em Inglês – Literatura) – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1986.
  • Versão digital: AUAD, Pedro Henrique Trindade Kalil. Teoria da literatura e teoria do cinema: a crise e o fantasma. Orientadora: Leda Maria Martins. 2014. 252 f. Tese (Doutorado em Teoria da Literatura e Literatura Comparada) – Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2014. Disponível em: http://hdl.handle.net/1843/ECAP-9KDKE6. Acesso em: 30 maio 2019.

f) Para todos os demais casos, consultar a NBR 6023 (2018).

3.     
Os hiperlinks podem ser mantidos ativos.
4.     Não se devem usar traços para substituir repetições de nomes de autores.

 

 

Dossiê: “Robinson Crusoé”: Um percurso de três séculos

Aletria v. 31, n. 2 (abr.-jun. 2021) – “Robinson Crusoé”: Um percurso de três séculos

Organizadores: André Cardoso (UFF), Daniel Bonomo (UFMG), Luciana Villas Bôas (UFRJ), Thiago Cass (UFRJ).

Por ocasião dos trezentos anos da publicação de Robinson Crusoé (1719) e nos 290 anos da morte de seu autor, Daniel Defoe (1660–1731), a Aletria: Revista de Estudos de Literatura reunirá artigos dedicados às fecundas significações vinculadas às aventuras do célebre náufrago e à tradição narrativa que o projetou em diferentes formatos do século XVIII à atualidade. Muitas questões estimulam o exercício reflexivo em torno dessa obra de Defoe e permitem reler e reinterpretar a história de Robinson Crusoé como um episódio decisivo na encruzilhada dos tempos modernos. Robinson Crusoé articula realidades históricas implicadas nos processos expansionistas europeus – incluindo passagem relevante pelo território brasileiro –, nas concepções de mundo protestantes, na emergência da classe burguesa e no desenvolvimento do utilitarismo econômico. Além disso, seu protagonista foi convertido em uma espécie de mito do individualismo, assim como seu texto teve um papel central nas fundações do romance como gênero e da literatura infantojuvenil. Sofreu contínuas adaptações, do cinema aos quadrinhos, e promoveu o surgimento de vários contramodelos e de uma modalidade ficcional própria, altamente prolífera, conhecida como “robinsonada”, tão aderente à fantasia realista como à científica. Todos eles assuntos de interesse sempre renovado, que nos fazem retornar periodicamente a este clássico de Defoe. Assim, neste número da Aletria, serão bem-vindas contribuições que discutam essas questões e apresentem leituras atuais de Robinson Crusoé e de suas reposições discursivas em novos contextos, meios e formas.

Prazo para envio de artigos: 30 de outubro de 2020.

Dossiê – Trânsfuga: migração e transgressão na literatura

Organizadores: Sabrina Sedlmayer (UFMG), Georg Otte (UFMG).

Tomando como ponto de partida a reflexão sobre a migração entre grupos, classes, níveis sociais e hierárquicos, este número da Aletria convida a todas e a todos a submeterem os seus trabalhos e participarem do Dossiê que pretende pensar amplamente a questão da mobilidade no tempo presente e em termos transdisciplinares.

Para tanto, parte da definição do termo, dicionarizado na língua portuguesa, que negativamente apelida o trânsfuga como "traidor", "desertor", "aquele que em tempo de guerra foge das suas fileiras", e propõe ampliá-lo ao considerar não somente os movimentos em termos de mobilidade social (ascendente ou descendente), mas também em dimensões espaciais, na arte, na arquitetura, no cinema, na internet, como também relacionado à questão pessoal e identitária, das escolhas sexuais.

O teórico francês Pierre Bourdieu, conhecido por ter cunhado conceitos como “capital cultural (ou simbólico)” e “habitus”, recorreu ao termo “trânsfuga (de classe)” para falar daqueles que fogem não apenas de sua classe social, mas que também “traem” expectativas culturais numa difícil migração entre classes sociais e profissionais, entre gêneros e identidades sexuais, enfrentando todo tipo de constrangimento no plano psicológico. Como fenômeno psicossocial, o/a trânsfuga é uma figura literária por excelência, uma vez que transgride e questiona os “habitus” sociais existentes.

A tarefa deste número é tentar criar novas camadas de sentido para este termo e alargá-lo através das representações "trans" que os discursos literários e artísticos são capazes de arejar e de criar.

Prazo para submissão de artigos: 29 de janeiro de 2021.

Varia

A Aletria: Revista de Estudos de Literatura, recebe em fluxo continuo textos para seção "Varia", que acolhe trabalhos de tema livre dentro de seu foco e escopo.

Resenhas

Aletria: Revista de Estudos de Literatura recebe, em fluxo contínuo, resenhas de obras literárias e científicas na área de literatura e teoria literária, publicadas no ano corrente ou anterior.

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