A INFÂNCIA E OS PROCESSOS DE REPRODUÇÃO SOCIAL NO CAPITALISMO GLOBAL: EM DEFESA DO RECREIO ESCOLAR
DOI:
https://doi.org/10.35699/edur.v42i42.59492Palavras-chave:
infância, crianças, reprodução social, capitalismo global, recreio escolarResumo
A infância ocupa, em relação a outras categorias sociais, uma posição estrutural de iniquidade cujas injustiças tendem a se agravar nos processos de reprodução social do capitalismo global, tornando-se mais veladas e sutis. Discute-se como a infância, e as crianças, participam – constituem e são constituídas- na dinâmica da economia política global a partir de sua posição interseccionada por classe, raça e localidade. Para exemplificar a argumentação, discute-se como a redução e/ou a falta do recreio escolar em muitas escolas públicas do Rio de Janeiro acontece como mais um elemento de precarização da escola pública ofertada às crianças das classes trabalhadoras efetivando a colonização extensiva promovida pelo capital dos processos de regeneração das subjetividades, dos valores e da vida. Neste sentido, é em relação às crianças dos países periféricos do capitalismo global, as pobres, pretas e pardas, que se produz, de forma velada, uma despolitização das suas condições de subjetivação em que se faz desaparecer a aposta na construção de alternativas ao presente.
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