AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA SÓCIO-HISTÓRICO-CULTURAL NA DISCUSSÃO DO ENSINO HÍBRIDO CRÍTICO-COLABORATIVO
DOI:
https://doi.org/10.35699/edur.v41i41.60604Palavras-chave:
Teoria sócio-histórico-cultural., Ensino híbrido, Estações de aprendizagem.Resumo
Esta resenha tem como objetivo promover algumas reflexões acerca do artigo "Ensino híbrido crítico-colaborativo: uma discussão à luz da teoria sócio-histórico-cultural", produzido pelas autoras Maria Otília Guimarães Ninin e Maria Cecília Camargo Magalhães, no qual elas abordam o termo "Ensino híbrido", praticado no período da pandemia da Covid-19, enfatizando os anos de 2020 e 2021. Para atingir o objetivo proposto e seguindo o modelo das metodologias ativas e/ou crítico-ativas, são apresentadas algumas atividades de ensino-aprendizagem híbridas que compõem as denominadas "estações de aprendizagem". Essas atividades foram desenvolvidas por alunos e professores da Pós-Graduação e estão fundamentadas teoricamente nos estudos sobre a teoria sócio-histórico-cultural. De um modo geral, a leitura do artigo revelou que a adoção das metodologias estações por aprendizagem propiciou aos alunos um ensino híbrido mais crítico, tornando-os sujeitos ativos e sem depender, necessariamente, dos recursos tecnológicos digitais.
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