Arquivos - Página 2

  • Imagem: Vão

    Literatura e Democracia
    v. 23 n. 1 (2017)

    Primeiramente, vocês sabem. Escrever pode ser um gesto político. Mas nem sempre pode ser. Alguns escrevem e são torturados. Outros escrevem dentro das prisões. Vozes escrevem para silenciar vozes. Sem falar nas literaturas orais que grafitam fora isto, abaixo aquilo. Ou mesmo nas estratégias textuais utilizadas, ao longo do tempo, para censurar ou driblar a censura. Pense nessas crises: daí temos esta edição da Em TeseWe have a dream: um Dossiê que investigue a relação entre Literatura – em suas diversas manifestações, orais e escritas, líricas e épicas e dramáticas e ensaísticas – e Democracia – seja quando ela existiu e/ou quando ela não pode existir, seja enquanto conceito e/ou enquanto forma social. Muitos escritores, ao longo de períodos ditatoriais ou de liberdade de expressão, produziram seus textos discutindo, formalmente e/ou como tema, essa maneira de governo em que o povo exerce a soberania. Por isso a pauta do v. 23, n. 1 da Em Tese é democrática: não importa se seu objeto de estudo literário é pró ou contra o regime popular. O foco está no tensionamento entre Literatura e Democracia. Ame-os ou deixe-os.

  • Imagem: Daisy Turrer

    A LITERATURA & O LIVRO
    v. 22 n. 3 (2016)

    Se os discursos apocalípticos sobre o fim do livro parecem ter finalmente arrefecido, diante da constatada sobrevivência do livro físico (em variados formatos) ao lado dos suportes digitais, a forma, a materialidade e certa simbologia do livro vêm sendo, nas últimas décadas, tensionadas – seja por diferentes correntes do pensamento que têm dedicado especial atenção ao livro como instituição ocidental do saber e da cultura; seja por artistas que veem no objeto livro um campo de experimentações e investigações materiais e conceituais; seja, ainda, no âmbito do design editorial, que se alimenta também do experimentalismo material e gráfico ao passo que tenta investir o produto livro de novas roupagens, tendo em vista um mercado cada vez mais competitivo e um público cada vez mais exigente. Além disso, convive com o livro em sua forma mais amplamente difundida e reconhecida uma série de práticas alternativas, novas e antigas, que vêm ganhando destaque no universo livresco: livros artesanais, independentes, produzidos com materiais os mais diversos, autopublicações, literatura digital e, ainda, criações de grupos e povos que há até pouco tempo não se utilizavam da tecnologia do livro. Tendo como horizonte esse prolífico cenário – e sem desconsiderar, claro, a história das práticas e das reflexões acerca do livro –, o v. 22, n. 3 da revista Em Tese convida pesquisadores e artistas a refletir sobre a forma, a matéria e a experiência de leitura do livro, levando em conta seus mais variados meios e modos de produção e circulação ao longo dos tempos. 

  • Imagem: Juliana Gontijo

    MITO E LITERATURA
    v. 22 n. 2 (2016)

  • Imagem: Leonora Weissmann

    Paisagem: substância lenhosa da língua
    v. 21 n. 3 (2015)

    Desde o Iluminismo, a paisagem é vista, comumente, como uma construção humana enquadrada no campo das representações. Nessa direção, é a partir da capacidade do homem de representar a paisagem por palavras, sons e imagens que ela passa a existir, ou seja, somente quando é delimitada no campo do humano pode-se falar dela. Nesse contexto, ela nos deu uma nova dimensão espacial, a perspectiva, oferecendo-nos o abismo e o horizonte, por exemplo. Mas e se caminharmos em outra direção? Se não concebermos a paisagem como uma construção do homem, mas como o que sempre esteve lá a nos espreitar como uma força, uma potência, apontando-nos justamente o que a representação não encerra? Se pensarmos, com Agamben, que o limite da língua não está, necessariamente, no silêncio, no indizível, mas na "substância lenhosa da língua", para onde nos dirigiríamos? E se tomássemos a perspectiva como uma orientação não somente espacial, mas também ontológica, na qual todo habitante do planeta teria um modo de vida a ser compartilhado, vislumbrando uma noção de identidade mais aberta, menos binária, em que se conceberia o outro não mais como um espelho, mas como um destino, como escreveu Viveiro de Castro sobre os Tupinambá? Para onde caminhariam a literatura e a crítica literária?

     

  • Imagem: Cláudia Cárdenas & Rafael Schlichting

    Barthes por nós mesmos
    v. 21 n. 2 (2015)

    O v. 21, n. 2, da revista Em Tese traz como tema o dossiê BARTHES POR NÓS MESMOS, que propõe uma reflexão diversificada acerca da obra barthesiana em diálogo com a literatura, os estudos literários, a política e a estética, sobretudo o campo das imagens. Em parte, o dossiê foi motivado pela celebração do centenário de Roland Gérard Barthes, um dos mais distintos semiólogos do século XX, nascido a 12 de novembro de 1915, em Cherburgo, cidade à beira-mar ao norte da França, e falecido em 1980, em Paris.

  • Imagem: Robert Polidori

    Ao crítico as batatas
    v. 21 n. 1 (2015)

  • Imagem: Marco Antonio Mota

    Reflexões impuras
    v. 20 n. 3 (2014)

  • Imagem: Wagner Willian

    LITERATURA E VIOLÊNCIA
    v. 20 n. 2 (2014)

    O vol. 20, nº 2 da revista Em Tese traz como tema para o dossiê: LITERATURA E VIOLÊNCIA. A questão da violência, em épocas e configurações distintas, sempre esteve presente não só nas diferentes expressões artísticas, como tem especial destaque na literatura.

  • Imagem: Nuno Ramos

    LITERATURA E FUTEBOL
    v. 20 n. 1 (2014)

    A revista Em Tese, em sua 20ª edição, traz como tema para o dossiê: LITERATURA E FUTEBOL. Com o intuito de problematizar o assunto no âmbito dos Estudos Literários, e, em parte também, pela perspectiva da realização da XX Copa do Mundo, no Brasil, trazemos pesquisadores e artistas a refletir sobre a relação da Literatura com o Futebol, bem como a forte presença deste nas outras artes e em nosso cotidiano.

  • Imagem: Julia Panadés

    A LITERATURA E A VIDA: modos de usar
    v. 19 n. 1 (2013)

    Neste número, a revista Em Tese traz como Dossiê o tema A LITERATURA E A VIDA: modos de usar. Deseja-se, com tal proposta, sugerir reflexões acerca da criação literária e da invenção poética, além de indagar como a partir da leitura de textos literários se criam conceitos e se apresentam outras possibilidades de pensar as formas de vida na arte.

  • Imagem e Memória
    v. 18 n. 2 (2012)

  • Animais, Animalidade
    v. 17 n. 3 (2011)

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