Segregação socioespacial em Belo Horizonte: uma aplicação de modelos difusos

Autores

  • Adriana Miranda-Ribeiro Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Ricardo Alexandrino Garcia Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Palavras-chave:

Segregação social, Segregação espacial, Indicadores sociais, Análise de cluster, FANNY

Resumo

O artigo investiga a relação entre segregação social e segregação espacial em Belo Horizonte, a partir da aplicação do método FANNY – Fuzzy Analysis – aos dados da Contagem Populacional de 1996, e da utilização da cartografia temática. O método FANNY gerou um indicador de segregação social, a partir da criação de dois clusters, representando os dois extremos da condição social. O indicador de segregação social foi definido como grau de associação do setor censitário ao cluster de condições sociais menos favoráveis. A segregação espacial foi definida pela característica de ocupação do setor censitário. Os resultados confirmaram a hipótese de forte relação entre as duas formas de segregação em Belo Horizonte. Além disso, verificou-se a utilidade do método utilizado para a construção de indicadores sociais para pequenas áreas.

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Biografia do Autor

Adriana Miranda-Ribeiro, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Adriana Miranda-Ribeiro é doutoranda em Demografia - Cedeplar/UFMG.

Ricardo Alexandrino Garcia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Ricardo Alexandrino Garcia é bolsista PRODOC do Programa de Pós-Graduação em Geografia/UFMG e doutor em Demografia - Cedeplar/UFMG.

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Publicado

2005-12-01

Como Citar

Miranda-Ribeiro, A., & Garcia, R. A. (2005). Segregação socioespacial em Belo Horizonte: uma aplicação de modelos difusos. Revista Geografias, 86–97. Recuperado de https://periodicos.ufmg.br/index.php/geografias/article/view/13188

Edição

Seção

Artigos