A Linguagem Mítica em O Complexo de Portnoy, de Philip Roth

  • Victor Hermann Mendes Pena Universidade Federal de Minas Gerais
Palavras-chave: Philip Roth, O Complexo de Portnoy, Linguagem Mítica

Resumo

O objetivo do presente trabalho final é investigar o papel desempenhado pela linguagem mítica no romance O Complexo de Portnoy, de Philip Roth. O referencial teórico utilizado é composto da crítica do monomito, de Odo Marquard; e a teoria da fala mítica, de Roland Barthes. Nossa hipótese considera que todo o impulso à perversão de Alexander Portnoy estaria estruturado em torno do problema da posição do significante no interior da linguagem mítica.

Biografia do Autor

Victor Hermann Mendes Pena, Universidade Federal de Minas Gerais
Professor Assistente nos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Design Gráfico no Centro Universitário UNA (Campus Contagem e Liberdade). Possui graduação em Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais (2010) e mestrado em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014). Atualmente é doutorando em Literatura, Outras Artes e Mídias pela Universidade Federal de Minas Gerais (2016).

Referências

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SAPERSTEIN, Harold I. Topical Sermons, 1933-1980. Boston: Lexington Books, 2000.

Publicado
2019-05-29
Como Citar
Mendes Pena, V. H. (2019). A Linguagem Mítica em O Complexo de Portnoy, de Philip Roth. Arquivo Maaravi: Revista Digital De Estudos Judaicos Da UFMG, 13(24), 224-240. Recuperado de https://periodicos.ufmg.br/index.php/maaravi/article/view/14536