Alfabetización Científica y Alfabetización Científica: Debates Conceptuales y sus Consecuencias en la Formación de los Sujetos
DOI:
https://doi.org/10.28976/1984-2686rbpec2026u95120Palabras clave:
Alfabetización Científica, Literacidad Científica, Enseñanza de las CienciasResumen
El objetivo principal de este artículo es analizar las definiciones principales de alfabetización científica y literacidad científica, destacando las convergencias y conflictos entre estos conceptos, y debatir el perfil del sujeto científicamente alfabetizado que se espera formar. La investigación es cualitativa, de carácter bibliográfico, con un estudio realizado a partir de libros, artículos científicos, disertaciones, tesis y documentos oficiales publicados entre 1958 y 2025. Para el análisis de los datos recogidos, se utilizó la técnica de análisis de contenido, a partir de la cual se definieron dos categorías principales: confluencias y divergencias entre alfabetización y literacidad científica, y el perfil del sujeto científicamente alfabetizado. Los resultados mostraron que los términos alfabetización y literacidad tienen significados propios en la lengua portuguesa, pero su traducción al inglés contribuye a la superposición de los conceptos de alfabetización científica y literacidad científica en el campo científico, evidenciando la necesidad de explorar sus bases teóricas para una mejor comprensión. A pesar de la polisemia entre estos términos, existe una convergencia en el énfasis en la formación de ciudadanos críticos, capaces de apropiarse críticamente del conocimiento científico para actuar socialmente. Sin embargo, también existen estudios que adoptan una perspectiva utilitarista, privilegiando el uso técnico de la ciencia en detrimento de su carácter crítico y social. También se evidenció que la alfabetización científica busca formar individuos críticos y comprometidos, y corresponde a la enseñanza de las ciencias promover esta apropiación crítica y continua del conocimiento.
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