Formadores de docentes del PIBID y del PRP y la docencia universitaria
desafíos para el desarrollo profesional
DOI:
https://doi.org/10.35699/2237-5864.2026.58984Palabras clave:
PIBID y PRP, formadores de docentes, docencia universitaria, desarrollo profesionalResumen
Este artículo tiene como objetivo problematizar los obstáculos para el ejercicio y el desarrollo profesional de los coordinadores de área del Programa Institucional de Becas de Iniciación a la Docencia (PIBID) y de los docentes orientadores del PRP Programa de Residencia Pedagógica en la docencia universitaria. Se trata de una investigación cualitativa, con enfoque bibliográfico y documental, basada en un recorte analítico de una revisión integradora realizada en el Banco de Tesis y Disertaciones de la CAPES y en el Catálogo de la CAPES, en el período comprendido entre 2009 y 2023, en la cual se identificaron nueve investigaciones relacionadas exclusivamente con el PIBID. Aunque la revisión se orientó inicialmente a la identificación de las contribuciones de estos programas al desarrollo profesional docente, en dos investigaciones emergieron obstáculos para el ejercicio de estos docentes. Los datos indican que la ausencia de experiencia en la educación básica puede dificultar la conducción de las acciones del programa por parte de los coordinadores en el ámbito universitario, dado que dicha experiencia constituye un aspecto relevante para la articulación del PIBID con la escuela y con el profesorado universitario. Asimismo, se observó que los docentes no vinculados al área de la enseñanza en el nivel superior tienden a adoptar concepciones instrumentales y tecnicistas de la enseñanza de las Ciencias, centradas en el dominio del contenido, lo que puede comprometer el proceso formativo de los estudiantes becarios. Se concluye, por lo tanto, que la ausencia de una formación pedagógica específica de estos coordinadores, responsables de la formación inicial docente, puede comprometer la calidad de la docencia universitaria y la efectividad del programa.
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