Condiciones laborales precarias para el profesorado y salud mental en la educación superior
una revisión narrativa de la literatura
DOI:
https://doi.org/10.35699/2237-5864.2026.60872Palabras clave:
trabajo docente, precariedad, educación superior, salud mental, mercantilización de la educaciónResumen
La reestructuración del trabajo en Brasil, desde la década de 1990, intensificó el proceso de precarización de las relaciones entre capital y trabajo, repercutiendo directamente en el ámbito educativo y en las condiciones de desempeño de los docentes. Este artículo tiene como objetivo investigar, mediante una revisión bibliográfica de tipo narrativa, los impactos de la precarización del trabajo docente en la salud física y mental de los profesores de educación superior. Basado en un enfoque cualitativo y exploratorio, se analiza de qué manera la flexibilización de las relaciones laborales, la intensificación de las exigencias productivas y la mercantilización de la educación han comprometido el bienestar de los docentes, generando estrés, ansiedad, depresión y pérdida del sentido de la docencia. También se discuten los efectos de la expansión de la educación a distancia y del crecimiento del sector privado, factores que intensifican la vulnerabilidad de estos profesionales frente a vínculos laborales inestables, sobrecarga de trabajo y ausencia de políticas efectivas de valorización. El estudio destaca, además, la importancia de la resistencia colectiva y de la movilización docente como estrategias para enfrentar este escenario adverso. Se concluye que reconocer y combatir los efectos de la precarización es fundamental para garantizar condiciones de trabajo más justas y preservar la salud de los profesores y la calidad de la educación superior.
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