Práticas integrativas e o empoderamento da enfermagem

Autores

  • Viviane Peixoto dos Santos Pennafort Universidade Estadual do Ceara - UECE. Fortaleza, CE - Brasil. Mestre em Cuidados Clínicos, Professora substituta.
  • Consuelo Helena Aires de Freitas Universidade Estadual do Ceara - UECE, Curso de Mestrado Acadêmico em Cuidados Clínicos em Saude – CMACCLIS. Fortaleza, CE - Brasil. Doutora em Enfermagem, Professora.
  • Maria Salete Bessa Jorge Universidade Estadual do Ceara - UECE, Curso de Mestrado Acadêmico em Cuidados Clínicos em Saude – CMACCLIS; Universidade Federal do Ceará - UFC, Curso de Doutorado em Saude Coletiva. Fortaleza, CE - Brasil. Doutora em Enfermagem, Professora.
  • Maria Veraci Oliveira Queiroz Universidade Estadual do Ceara - UECE, Curso de Mestrado Acadêmico em Cuidados Clínicos em Saude – CMACCLIS. Fortaleza, CE - Brasil. Doutora em Enfermagem, Professora.
  • Clayre Anne de Araújo Aguiar Universidade Estadual do Ceara - UECE. Fortaleza, CE - Brasil; Secretaria Municipal de Saúde de Pacoti-CE, Estratégia de Saude da Família. Pacoti, CE - Brasil. Enfermeira, Especialista em Enfermagem Clinica, Professora substituta.

DOI:

https://doi.org/10.5935/2316-9389.2012.v16.50305

Palavras-chave:

Terapias Complementares, Terapias Alternativas, Cuidado Centrado no Paciente, Pesquisa em Enfermagem

Resumo

Estudo teórico-reflexivo, construído com base na leitura crítica da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), no Sistema Único de Saúde (SUS), e na necessidade de discutir a formação do enfermeiro nessa perspectiva. O objetivo foi analisar a possibilidade do empoderamento da enfermagem à proposta de inserção das práticas integralizantes no ato de cuidar em enfermagem. Realizou-se uma pesquisa exploratória e sistemática em livros e documentos em formato eletrônico, com a utilização dos descritores em ciências da saúde, da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Foram utilizados 28 trabalhos relevantes, disponibilizados na íntegra e publicados nos últimos dez anos. As pesquisas demonstraram que o desconhecimento dos enfermeiros em relação à legislação e a falta de capacitação específica são limitações para a atuação profissional nessa área. Dessa forma, será preciso, ainda, incluir na graduação disciplinas teórico-práticas de terapias alternativas, e, quando egressos, os enfermeiros devem procurar pós-graduações na área.

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Publicado

01-06-2012

Edição

Seção

Artigo Reflexivo

Como Citar

1.
Pennafort VP dos S, Freitas CHA de, Jorge MSB, Queiroz MVO, Aguiar CA de A. Práticas integrativas e o empoderamento da enfermagem. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 1º de junho de 2012 [citado 24º de julho de 2026];16(2). Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50305

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