Integrative practices and nursing empowerment
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2012.v16.50305Keywords:
Complementary Therapies, Alternative Therapies, Patient-Centered Care, Nursing ResearchAbstract
Theoretical and reflective study based on a critical reading of the National Policy on Integrative and Complementary Practices (in Portuguese, PNPIC) in the Brazilian Unified Health System (in Portuguese, SUS) and on the need for discussing nursing education in this perspective. The objective was to analyze the possibility of nursing empowerment and the proposal of inserting integrative practices in nursing care. An exploratory and systematic research in books and documents in electronic format was carried out, using descriptors in health sciences, at the Virtual Health Library (BVS). Twenty-eight relevant and unabridged studies published in the last ten years were used. The studies demonstrated nurses were unfamiliar with the legislation and lacked specific training and that such limitations hinder professional performance in the area. The inclusion in undergraduate courses of theoretical and practical courses on alternative therapies is necessary. Graduate nurses should seek postgraduate training in the area.Downloads
References
1. Spadacio C. Os sentidos das praticas terapeuticas convencionais e nao convencionais no tratamento do cancer [dissertacao]. Campinas (SP): Departamento de Saude Coletiva Faculdade de Ciencias Medicas da Universidade Estadual de Campinas; 2008.
2. Barros NF. Politica Nacional de Praticas Integrativas e Complementares no SUS: uma acao de inclusao. Cienc Saude Coletiva. 2006; 11(3): 850.
3. Pinheiro R, Luz MT. Praticas eficazes x modelos ideais: acao e pensamento na construcao da integralidade. In: Pinheiro R, Mattos RA,
organizadores. Construcao da integralidade: cotidiano, saberes e praticas em saude. Rio de Janeiro (RJ): IMS/UERJ - CEPESC – ABRASCO; 2007.
4. Christensen MC. O ensino de medicinas alternativas e complementares em escolas medicas: revisao sistematica da literatura [dissertacao]. Campinas (SP): Departamento de Saude Coletiva, Faculdade de Ciencias Medicas da Universidade Estadual de Campinas; 2008.
5. Adams J, Tovey P. Complementary and Alternative Medicine (CAM) and nursing: from advocacy to critical sociology. In: Tovey P, Easthope G, Adams J. The Mainstreaming of Complementary and Alternative Medicine: studies in social context. London: Routledge; 2003. p. 202-25.
6. Barros NF, Adams J. A pesquisa sobre as terapias alternativas e complementares e enfermagem no Brasil. Rev Latinoam Enferm. 2005; 13(3): 453-4.
7. Pires MRGM. Pela reconstrucao dos mitos da enfermagem a partir da qualidade emancipatoria do cuidado. Rev Esc EnfermUSP. 2007; 41(4): 717-23.
8. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saude. 9a ed. Sao Paulo: EDUC; 2006.
9. Lopes GT, organizador. Manual para elaboracao de trabalhos academicos: normas da ABNT – Estilo Vancouver – Bioetica. Rio de Janeiro: UERJ/EPUB; 2006.
10. Organizacao Pan-Americana de Saude (OPAS). Documentos que norteiam a Promocao da Saude: declaracao de Alma-Ata, Conferencia
Internacional Sobre Cuidados Primarios de Saude, URSS, 6-12 de setembro de 1978. [Citado em 2010 fev. 08]. Disponivel em: <http://www.opas.org.br>.
11. Organizacao Pan-Americana de Saude (OPAS). Documentos que norteiam a Promocao da Saude: Carta de Ottawa, Primeira Conferencia Internacional Sobre Promocao da Saude, Canada, novembro de 1986. [Citado em 2010 fev. 08]. Disponivel em: <http://www.opas.org.br>.
12. Conselho Nacional de Saude (CNS/BR). VIII Conferencia Nacional de Saude, Reformulacao do SUS, Formacao do
Enfermeiro Frente a Reforma Sanitaria. Brasilia: Ministerio da Saude; 1986. [Citado em 2010 fev. 10]. Disponivel em: <http://portal.saude.gov.br>.
13. Conselho Nacional de Saude (CNS/BR), 12a Conferencia Nacional de Saude (Conferencia Sergio Arouca): saude um
direito de todos eumdever do estado. A saude que temos o SUS que queremos. Relatorio Final, 7 a 11 de dezembro de 2003. Brasilia: Ministerio da Saude; 2003.
14. Ministerio da Saude (BR). Secretaria de Atencao a Saude. Departamento de Atencao Basica. Politica Nacional de Praticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS /Ministerio da Saude, Secretaria de AtencaoaSaude, Departamento de Atencao Basica. - Brasilia: Ministerio da Saude; 2006.
15. Laboratorio de Pesquisas sobre Praticas de Integralidade em Saude (LAPPIS) – Entrevista: Madel Luz - Ditadura da doenca e utopia da saude: coexistencia de modelos nas praticas sociais; 2003. [Citado em 2010 fev. 15]. Disponivel em: <http://www.lappis.org.br>.
16. Nagai SC, Queiroz MS.Medicina complementar e alternativa na rede basica de servicos de saude: uma aproximacao qualitativa. Cienc Saude Coletiva. 2011; 16(3): 1793-800.
17. Camargo Jr KR. Biomedicina, saber & ciencias: uma abordagem critica. Sao Paulo: Hucitec; 2003.
18. Luz MT. Cultura Contemporanea e Medicinas Alternativas: novos paradigmas em saude no fim do seculo XX. Physis. 2005; 15(Supl): 145-76.
19. Pinheiro R, Mattos RA, organizadores. Cuidado: as fronteiras da integralidade. Sao Paulo (SP)-Rio de Janeiro (RJ): Hucitec-Abrasco; 2006.
20. Machado FRS, Pinheiro R, Guizard FL. As novas formas de cuidado integral nos espacos publicos de saude. In: Cuidado: as fronteiras da
integralidade. Sao Paulo-Rio de Janeiro: Hucitec-Abrasco; 2006.
21. Organizacao Pan-Americana de Saude (OPAS). Organizacion Mundial de la Salud: Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional 2002-2005. Ginebra; 2002. [Citado em 2010 fev. 20]. Disponibles en: <http://www.opas.org.br>.
22. Wahren CG, Cunto CL. Medicinas alternativas: un tema que no puede ser ignorado. Arch Argent Pediatr. 2004; 102(2): 85-7.
23. PiresMRGM. Politicidade do cuidado como referencia emancipatória para a enfermagem: conhecer para cuidar melhor, cuidar para confrontar, cuidar para emancipar. Rev Latinoam Enferm. 2005; 13(5): 729-36.
24. Trovo MM, Silva MJP. Terapias alternativas / complementares - a visao do graduando de enfermagem. Rev Esc EnfermUSP. 2002; 36(1): 80-7.
25. Loch-Neckel G, Carmignan F, Crepaldi MA. A homeopatia no SUS na perspectiva de estudantes da area da saude. Rev Bras Educ Med. 2010; 34(1): 82-90.
26. Czuba CE. Empowerment: what is it? Journal of Extension. 1999; 37(5): 1-6.
27. Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). Resolucao COFEN-197/97. Estabelece e reconhece as terapias alternativas como especialidade e/ou qualificacao do profissional de enfermagem. Brasilia (DF); 1997. [Citado em 2010 fev. 19]. Disponivel em: <http://www.portalcofen.gov>.br/2010/materias.asp?ArticleID=7041§ionID=34.
28. Kurebayashi LFS, Oguisso T, Freitas GF. Acupuntura na Enfermagem brasileira: dimensao etico-legal. Acta Paul Enferm. 2009; 22(2): 210-2.
29. Nunez HMF, Ciosak SI. Terapias alternativas/complementares: o saber e o fazer das enfermeiras do distrito administrativo 71 – Santo Amaro – Sao Paulo. Rev Esc Enferm USP. 2003; 37(3): 11-8.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2012 Reme: Revista Mineira de Enfermagem

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.


































