Affective relationships in the everyday adolescent HIV: des-ensuring their meanings

des-velando seus significados

Authors

  • Zuleyce Maria Lessa Pacheco Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Enfermagem. Juiz de Fora, MG - Brasil.
  • Elisabete Pimenta Araújo Paz Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Escola de Enfermagem Anna Nery, Departamento de Enfermagem Fundamental. Rio de Janeiro, RJ - Brasil.
  • Girlene Alves da Silva Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Enfermagem. Juiz de Fora, MG - Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50356

Keywords:

adolescent, sexuality, hiv, sexual behavior, philosophy

Abstract

This study seeks to understand how adolescents with HIV experience his/her emotional relationships in daily life. Data was collected through phenomenological interview with nine adolescents coming from a referral unit service. The data analysis was based on Martin Heidegger's phenomenology. The analysis allowed us to infer that the adolescents are aware of some the forms of HIV transmission, but do not completely understand them. Many have already had emotional relationships with other people, are conscious of the importance of using protection when having sexual intercourse, but the majority prefers to keep his/her condition a secret. They would like to have a family in the future, are concerned with not contaminating their sexual partner and are aware of the consequences a pregnancy may bring to their lives. This concern is reflected in the way they care about the other. Experiencing emotional relationships is a sign of being emotionally a live and the process could be more appreciated with the support of a healthcare professional that could help the adolescents to overcome the typical uncertainties of a person with HIV.

Downloads

Download data is not yet available.

References

1. Brasil. Ministério da Saúde. Programa Saúde do Adolescente (PROSAD): bases programáticas. 2ª ed. Brasília (DF): MS; 1996a.

2. Costa JF, Pacheco ZML, Silva GA. Compreendendo a sexualidade dos adolescentes. REME Rev Min Enferm. 2007; 11(2). [Citado 2004 abr. 10].Disponível em: http://www.enf.ufmg.br/site_novo/modules/mastop_publish/files/files_4c0e3c640d7c9.pdf.

3. Brasil. Ministério da Saúde. Coordenação Nacional DST/AIDS. Revisão da definição nacional de casos de aids em indivíduos com 13 anos ou mais, para fins de vigilância epidemiológica. Brasília (DF): MS; 2000.

4. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST/AIDS. Boletim Epidemiológico Aids e DST. Brasília (DF); 2007a. [Citado 2003 jul. 15]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMIS624DE984PTBRIE.htm.

5. Reis CT, Czeresnia D, Barcellos C, et al. Decentralization of the HIV/AIDS epidemic and inter-municipal flow of hospital admissionsin the Zonada Mata, Minas Gerais State, Brazil: a spatial analysis. Cad Saúde Pública. 2008; 24(6). [Citado 2008 out. 25]. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v24n6/03.pdf.

6. Minas Gerais. Secretaria de Estado de Saúde. Coordenação Estadual de DST/Aids. Boletim Epidemiológico. Belo Horizonte. 2007 [Citado 2007 nov. 30]. Disponível em: http://www.agenciaminas.mg.gov.br.

7. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST/AIDS. Brasília (DF); 2009. [Citado 2003 jul. 15].Disponível em:http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5DAF-23AE-4891-AD36-1903553A3174%7D/%7B12B1EBBC1113-40B5-A4D5-0D614224269E%7D/Boletim2010.pdf.

8. Ministério da Saúde.Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação Nacional DST/AIDS. Recomendações para profilaxia da transmissão materno-infantil do HIV e terapia antirretroviral. Brasília (DF): MS; 2004.

9. Heidegger M. Ser e tempo. Petrópolis: Vozes; 1989.

10. Carvalho AS. Metodologia da entrevista: uma abordagem fenomenológica. Rio de Janeiro: Agir; 1987.

11. Trentini M, Paim L. Pesquisa em enfermagem: uma modalidade convergente-assistencial. Florianópolis: UFSC; 1999. 162 p.

12. Brasil. Ministério da Saúde. Resolução 196/96,dispõe sobre pesquisa envolvendo seres humanos.Conselho Nacional de Saúde. Brasília (DF):MS; 1996b.

13. Heidegger M. Sobre o humanismo. 2ª ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro; 1995.

14. Rodrigues EAS, Souza EP,GuedesCC, etal.Oadolescente eavivência da paternidade: uma abordagem fenomenológica.REME RevMin Enferm.2003; 7(2). [Citado 2003 jul. 15]. Disponível em: http://www.enf.ufmg.br/site_novo/modules/mastop_publish/files/files_4c1222440e3f9.pdf.

15. Moura ERF, Souza CBJ, Evangelista DR. Saúde sexual e reprodutiva de adolescentes de escola públicas e privadas de fortaleza-CE, Brasil. REME Rev Min Enferm. 2009; 3(2). [Citado 2009 jul. 15]. Disponível em: http://www.enf.ufmg.br/site_novo/modules/mastop_publish/files/files_4c0e49f32d824.pdf.

16. Heidegger M. Ser e tempo: parte 2. 3ª ed. Petrópolis: Vozes; 1990.

17. Ayres JRCM. Cuidado: trabalho e interação nas práticas de saúde. Rio de Janeiro: Cepesc/ UERJ/IMS/ Abrasco; 2009

Published

2011-12-01

Issue

Section

Research

How to Cite

1.
Pacheco ZML, Paz EPA, Silva GA da. Affective relationships in the everyday adolescent HIV: des-ensuring their meanings: des-velando seus significados. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2011 Dec. 1 [cited 2026 Oct. 18];15(4). Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50356

Most read articles by the same author(s)