Relaciones afectivas en la vida cotidiana adolescente VIH: des-asegurar sus significados
des-velando seus significados
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50356Palabras clave:
adolescente, sexualidad, vih, conducta sexual, filosofíaResumen
Este estudio tiene como objetivo comprender cómo el adolescente portador de VIH vive sus relaciones afectivas en el día a día. Los datos fueron recogidos por medio de la técnica de entrevista fenomenológica con nueve adolescentes de una unidad de referencia. El análisis se realizó en base a la fenomenología de Martin Heidegger. El análisis reveló que los adolescentes conocen algunas formas de la transmisión del VIH pero no las entienden bien. Muchos de ellos ya habían tenido relaciones afectivas con otras personas, se preocupaban por usar preservativos pero la mayoría prefería mantener en secreto su condición de portador del virus. Desean tener una familia, se preocupan por no contaminara su compañero sexual y con las consecuencias que el embarazo puede traerles. Esta preocupación se traduce en cuidado con el otro. Tener relaciones afectivas significa estar vivo emocionalmente y este proceso podría ser más positivo con el respaldo de profesionales de la salud para ayudar a los adolescentes a superar los temores característicos de las personas con VIH.Descargas
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