Pleasure-suffering of nurses in caring for people with mental disorders and their families

Authors

  • Maria do Perpétuo Socorro de Sousa Nóbrega Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica - ENP. São Paulo, SP - Brasil. https://orcid.org/0000-0002-4974-0611
  • Jussara Carvalho Santos Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica - ENP. São Paulo, SP - Brasil. https://orcid.org/0000-0002-7008-2756
  • Dárcio Tadeu Mendes Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica - ENP. São Paulo, SP - Brasil. https://orcid.org/0000-0001-6059-9308
  • Priscila Campos Tibúrcio Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica - ENP. São Paulo, SP - Brasil. https://orcid.org/0000-0002-0627-4120
  • Bruna Farias Ribeiro Universidade de São Paulo - USP, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica - ENP. São Paulo, SP - Brasil.
  • Carla Sílvia Neves Nova Fernandes Escola Superior de Enfermagem do Porto - ESEP. Porto, Portugal

DOI:

https://doi.org/10.5935/1415.2762.20210065

Keywords:

Occupational Health, Primary Health Care, Mental Health

Abstract

Objectives: to measure and compare the pleasure-suffering indicators in Brazilian and Portuguese
primary care nurses for the person/family in a mental disorder context. Method: this is a quantitative,
descriptive-correlational, multicenter study with 500 nurses from Portugal and Brazil. Data collection
was carried out via Google forms from April to August 2018, with a sociodemographic questionnaire
and a scale of pleasure-suffering indicators at work. Results: in both countries, the reward-professional
fulfillment domain was evaluated as satisfactory; insecurity/lack of recognition and wear/depletion
as serious. Portuguese nurses assessed freedom of expression as satisfactory, Brazilian nurses as
critical. In both countries there was a correlation between freedom of expression and length of service,
working hours and gender; insecurity with training time, work performance, and workload; weardepletion
with working time in the current service and training time. Conclusion: nurses from both
countries had critical levels of suffering at work. They assess, with reward and with the possibility of
professional fulfillment, the care provided to the person and families in a mental disorder context, but
their freedom of expression is compromised.

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Published

2021-11-11

Issue

Section

Research

How to Cite

1.
Pleasure-suffering of nurses in caring for people with mental disorders and their families. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2021 Nov. 11 [cited 2026 Apr. 4];25. Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/54976

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