Herida por proyectil de arma de fuego: un problema de salud pública
um problema de saúde pública
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50377Palabras clave:
Causas Externas, Heridas Penetrantes, Heridas por Arma de Fuego, Perfil de Salud, ViolenciaResumen
Con este estudio se buscó trazar el perfil epidemiológico de las víctimas de proyectil de arma de fuego (HPAF) atendidas en la guardia de un hospital escuela durante 2007 y, asimismo, determinar la atención previa e intra hospitalaria. Se trata de un estudio transversal con enfoque cuantitativo. La muestra consistió en 89 pacientes. La mayoría de las víctimas tenían una sola herida por proyectil de arma de fuego, eran jóvenes, varones, solteros, de la ciudad de Londrina. La causa principal era asalto. Las ambulancias de Traumas y Emergencias del Sistema Integrado de Salud fueron los vehículos más utilizados y los más responsables de la atención pre- hospitalaria (APH). Los procedimientos más realizados en la APH y en la atención intrahospitalaria, respectivamente, fueron curativo, inmovilización y reposición volémica. Hubo internaciones prolongadas, necesidad de UTI y cirugías, además de óbitos e incapacidad. Las armas de fuego tienen gran importancia epidemiológica y por ello es necesario que su control implique otras esferas más allá del alcance del área de saludDescargas
Referencias
1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2008. [Citado 2008 abr. 15]. Disponível em <http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/
noticia_visualiza.php?id_noticia=1043&id_pagina=1>.
2. Violência: prevenção e controle no Brasil [editorial]. Epidemiol Serv Saúde. 2007 mar; 16(1): 5-6.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Analise de Situação de Saúde. Coordenação-Geral de
Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis. Coordenação de Vigilância, Prevenção e Controle de Violências e Acidentes. NOTA TÉCNICA
Nº CDDANT/DASIS/SVS/MS. Sistema de Informação de Vigilância de Violências e Acidentes em Serviços Sentinela – VIVA (Notificação/Investigação
Individual de Violência Doméstica, Sexual e/ou outras Violências; e Notificação de Acidentes e Violências em Unidades de Urgência e Emergência).
Brasília: Ministério da Saúde; 2006. [Citado 2008 abr. 15]. Disponível em: <http://cedoc.ensp.fiocruz.br/descentralizar/anexos/Projeto%20de%20
Vigil%C3%A2ncia%20de%20acidentes%20e%20viol%C3%AAncias%20em%20servi%C3%A7os%20sentinela_Outubro_2006.doc>
4. Organização Mundial da Saúde. Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde - CID-10. 10ª ed. rev.
São Paulo: Edusp; 2003.
5. Brasil. Ministério da Saúde. Mortalidade por armas de fogo no Brasil: 1991-2000. Brasília: Ministério da Saúde; 2004. [Citado 2008 abr. 15].
6. Waiselfisz JJ. Mapa da violência dos municípios brasileiros. Brasília (DF): Ritla; 2008.
7. Fagan JA. Social contagion of violence: work in progress presented at the Fortunoff Colloquium. New York: New York University; 1999.
8. Reiss AJ, Roth J. Firearms and violence. In: ––––––. Understanding and preventing violence. Washington (DC): National Academy Press; 1993.
p. 255-87.
9. Krug EG, Dahlberg LL, Mercy JA, Zwi AB, Lozano R. World report in violence and health. Geneva: World Health Organization; 2002.
10. Miller M, Azrael D, Hamenway D. Rates of firearm ownership and homicide across US regions and states, 1988-1997. Am J Public Health.
2002; 92:1988-93.
11. Wiebe DJ. Homicide and suicide risk associated with firearms in the home: a national case-control study. Ann Emerg Med. 2003; 41:771-82.
12. Lima RS, Sinhoretto J, Pietrocolla LG. Também morre quem atira. Risco de uma pessoa que possui arma de fogo ser vítima fatal de um roubo.
Rev Bras Ciênc Crim. 2000 jan/mar; 8(29):365-73.
13. Minayo MCS. Violência: um Velho-Novo Desafio para a Atenção à Saúde. Rev Bras Educ Méd. 2005 jan/abr; 29(1): 55-63.
14. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Impacto da violência na
saúde dos brasileiros. Brasília: Ministério da Saúde; 2005. 340p
15. Lima LP, Singer JM, Saldiva PHN. Spatial analysis of urban violence based on emergency room data. Rev Saúde Pública. 2008; 42(4):648-55.
16. Peres MFT, Santos PC. Mortalidade por homicídios no Brasil na década de 90: o papel das armas de fogo. Rev Saúde Pública. 2005; 39(1):58-66.
17. Santos ZMSA, Farias FLR, Vieira LJES, Nascimento SCO, Albuquerque VLM. Agressão por arma branca e arma de fogo interligada ao consumo
de drogas. Texto & Contexto Enferm. 2004 abr/jun; 13(2):226-32.
18. Soares Filho AM, Souza MFM, Gazal-Carvalho C, Malta DC, Alencar AP, Silva MMA, et al. Análise da mortalidade por homicídios no Brasil.
Epidemiol Serv Saúde. 2007; 16(1):7-18.
19. Cavalcanti AL, Monteiro BVB. Mortalidade por causas externas em adultos no município de Campina Grande, Paraíba, Brasil Sci Med. 2008;
18(4):160-5.
20. Fagundes MAV, Seidel AC, Schiavon AC, Barbosa FS, Kanamaru F. Estudo retrospectivo de janeiro de 1998 a maio de 2005, no Hospital
Universitário de Maringá, sobre ferimentos por arma branca e arma de fogo. Acta Sci Health Sci. 2007; 29(2):133-7.
21. Mello Junior SC. Perfil epidemiológico das vítimas de ferimento por arma de fogo atendidas no Hospital Florianópolis [monografia].
Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, Curso de Medicina; 2004.
22. Oliveira AL. Epidemiologia das ocorrências e aspectos clínicos e cirúrgicos das vítimas de disparo de arma de fogo em Uberlândia-MG
[dissertação]. Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia; 2005.
23. Souza ER, Lima MLC. Panorama da violência urbana no Brasil e suas capitais. Ciênc Saúde Coletiva. 2007; 11(supl.):1211-22.
24. Gawryszewskia VP, Kahnb T, Mello Jorge MHP. Informações sobre homicídios e sua integração com o setor saúde e segurança pública. Rev
Saúde Pública. 2005; 39(4):627-33.
25. Freitas EAM, Mendes ID, Oliveira LCM. Ingestão alcoólica em vítimas de causas externas atendidas em um hospital geral Universitário. Rev
Saúde Pública. 2008; 42(5):813-21.
26. Pimenta Junior FG. Implementação da Política Nacional de Redução de Acidentes e Violências [editorial]. Cad Saúde Pública. 2007;
23(1):4-5.
27. Chavaglia SRR, Bittar DB, Amaral SEM, Ferreira PM, Barbosa MH. Vítimas de trauma por causas externas na cidade de Uberaba-MG. Mundo
Saúde. 2008; 32(1):100-6.
28. Kellermann AL, Rivara FP, Lee RK, Banton JG, Cummings P, Hackman BB, et al. Injuries due to firearms in three cities. N Engl J Med. 1996;
335:1438-44.
29. Gawryszewski VP, Koizumi MS, Mello Jorge MHP. As causas externas no Brasil no ano 2000: Comparando a mortalidade e a morbidade. Cad
Saúde Pública. 2004; 20(4): 995-1003
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2011 Reme: Revista Mineira de Enfermagem

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.


































