Repercursiones del proceso enseñanza-aprendizaje en la calidad de vida-salud de los académicos: entre posibilidades y limitaciones

entre possibilidades e limitações

Autores/as

  • Ivete Maria Ribeiro Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL, Curso de Graduação em Enfermagem. Tubarão, SC – Brasil. Enfermeira. Mestre em Assistência de Enfermagem, Professora.
  • Zuleica Maria Patrício Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC – Brasil. Enfermeira. Doutora em Filosofia, Professora.
  • Adriana Elias dos Reis Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL, Curso de Graduação em Enfermagem. Tubarão, SC – Brasil. Enfermeira. Mestre em Saúde Coletiva. Professora.
  • Eliane Mazzuco dos Santos Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL, Curso de Graduação em Enfermagem. Tubarão, SC – Brasil. Enfermeira, Mestre em Saúde Coletiva, Professora.

DOI:

https://doi.org/10.5935/2316-9389.2010.v14.50494

Palabras clave:

Calidad de Vida, Humanización de la Atención, Promoción de la Salud

Resumen

Investigación exploratoria cualitativa cuyo objetivo era conocer la repercusión del proceso enseñanza-aprendizaje en la calidad de vida-salud de los académicos de los cursos de grado del área de salud de una universidad del Estado de Santa Catarina. Participaran como sujetos 21 discentes de siete cursos que cumplían con los criterios de inclusión. Los datos fueran recogidos en una entrevista en profundidad, en varios lugares donde se llevaban a cabo procesos de enseñanza-aprendizaje. Los resultados revelan la complejidad social del proceso de enseñar y aprender y factores que interfieren limitando o promoviendo el vivir bien de los académicos. Estos factores se originan en las interacciones de los académicos con sus colegas, profesores, la coordinación del curso, empleados y con la población de los servicios donde hay actividades de enseñanza. El atributo "humanización" en las interacciones, representado por los señales de acogida y respeto, es el factor que se destaca como elemento que promueve un ambiente universitario saludable para el académico. Asimismo, la falta de tal atributo en las actitudes de las personas involucradas en las actividades académicas hace que el cotidiano de los procesos de enseñar-aprender limiten su calidad de vida y de salud

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

1. Ayres JRCM. Sujeito, intersubjetividade e práticas de saúde. Ciênc Saúde Coletiva. 2001; 6(1): 63-72.

2. Czeresnia D, Freitas CM. Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2003. p. 117-39.

3. Grisotti M, Patrício ZM. A saúde coletiva entre discursos e práticas: a participação de trabalhadores, usuários e conselheiros de saúde de Florianópolis. Florianópolis: UFSC; 2006.

4. Minayo CSM, Hartz ZMA, Buss PM. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciênc Saúde Coletiva. 2000; 5(1): 7-18.

5. Dejours C. A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. São Paulo: Cortez; 1992.

6. Bauman Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar; 2001.

7. Chanlat JF, coordenador. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. 3ª ed. São Paulo: Atlas; 1996. v. 1.

8. Maslach C, Leiter PM. Trabalho: fonte do prazer ou desgaste? Guia para vencer o estresse na empresa. Campinas, SP: Papirus; 1999.

9. Patrício ZM, Casagrande, JL, Araújo MF. Qualidade de vida do trabalhador: uma abordagem qualitativa do ser humano através de novos paradigmas. Florianópolis: Ed. do Autor; 1999. p.19-88.

10. Ministério da Saúde (BR). Política nacional de promoção da saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2006. 60p.

11. Queiróz CMB, Sá ENC, Assis MMA. Qualidade de vida e políticas públicas no município de Feira de Santana. Ciênc Saúde Coletiva. 2004;9(2): 411-21.

12. Rocha SSL, Felli VEA. Qualidade de vida no trabalho docente em enfermagem. Rev Latinoam Enferm. 2004. [Citado 2008 abr 2]. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s0104-11692004000100005&script=sci_arttext

13. Dantas RÃS, Sawada NO, Malerbo MB. Pesquisas sobre qualidade de vida: revisão da produção científica das universidades públicas do Estado de São Paulo. Rev Latinoam Enferm. 2003. [Citado 2008 set. 27]. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttex t&pid=S0104-11692003000400017

14. Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Saúde: enfermagem. Núcleo Contextual – educação, conhecimento, ação – módulo 3. 2ª ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2003.

15. Bogdan RC, Biklen SK. Investigação qualitativa em educação. Portugal: Porto Editora; 1994.

16. Ludke M, André M. Pesquisa qualitativa em educação: abordagens. São Paulo: EPU; 1996.

17. Minayo MCS, organizador. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 26ª ed. Petrópolis: Vozes; 2007.

18. Patrício ZM. Qualidade na pesquisa: A qualidade dos movimentos de reconstrução do conhecimento e do ser humano pesquisador. II Simpósio de Produção e Veiculação do Conhecimento em Educação Física. Florianópolis ; 1999.

19. Ministério da Saúde (BR). Conselho Nacional de Saúde. Resolução 196/96: diretrizes e normas regulamentadoras da pesquisa envolvendo seres humanos. Brasília: Ministério da Saúde; 1996.

20. Hennington EA. Acolhimento como prática interdisciplinar. Cad Saúde Pública. 2005; 21(1): 256-65.

21. Franco TB, Bueno WS, Merhy EE. O acolhimento e os processos de trabalho em saúde: o caso de Betim, Minas Gerais, Brasil. Cad Saúde Pública. 1999; 15: 345-53.

22. Santos SC. O processo de ensino-aprendizagem e a relação professor-aluno: aplicação dos sete princípios para a boa prática na educação do ensino superior. Cad Pesquisa Adm. 2001; 8(1): 69-82.

23. Caprara A, Franco ALS. A Relação paciente-médico: para uma humanização da prática médica. Cad Saúde Pública. 1999; 15(3): 647-54.

24. Bosquetti LS, Braga EM. Reações comunicativas dos alunos de enfermagem frente ao primeiro estágio curricular. Rev Esc Enferm USP. 2008; 42(4): 690-6. [Citado 2009 fev. 19]. Disponível em: www.ee.usp.br/reeusp/

25. Esperidião E. Holismo só na teoria: a trama dos sentimentos do acadêmico de enfermagem sobre sua formação [dissertação]. Ribeirão Preto: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo; 2001.

Publicado

2010-03-01

Número

Sección

Investigación

Cómo citar

1.
Ribeiro IM, Patrício ZM, Reis AE dos, Santos EM dos. Repercursiones del proceso enseñanza-aprendizaje en la calidad de vida-salud de los académicos: entre posibilidades y limitaciones: entre possibilidades e limitações. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2010 Mar. 1 [cited 2026 Oct. 17];14(1). Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50494