Reflexión sobre la presencia del acompañante durante el parto
uma reflexão
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50364Palabras clave:
Salud de la Mujer, Acompañantes de Pacientes, Parto, Humanización del PartoResumen
Históricamente, el proceso de parto ocurría espontáneamente, a cargo de la partera y rodeado de la familia. Con la patologización y la institucionalización del proceso de parto, la mujer es ingresada en el hospital y el acompañante excluido de la práctica asistencial. Evidencias científicas recientes demuestran que medidas de confort físico y emocional ayudan a provocar el parto, reduciendo su duración y la probabilidad de intervenciones. En base a las evidencias, la Organización Mundial de Salud y el Ministerio de Salud de Brasil recomiendan la presencia del acompañante durante el trabajo de parto. Esta recomendación se consolida con el decreto no 11.108 del 7 de abril de 2005 votado por el Congreso Nacional Brasileño. Este decreto garantiza a la mujer el derecho a un acompañante elegido por ella durante el parto en los hospitales del Sistema Único de Salud. Sin embargo, son pocos los hospitales que han incluido esta práctica en su rutina. Este estudio busca reflexionar sobre los beneficios de la inclusión del acompañante en el proceso de parto y el respeto a la individualidad femenina, para garantizar mayor seguridad y satisfacción a los padres en el nacimiento del nuevo integrante de la familia. Para que se respeten los derechos de las mujeres y la singularidad de cada nacimiento es fundamental que se reconozca la evidencia científica y que haya un cambio en el comportamiento de los profesionales de salud y, asimismo, en las institucionesDescargas
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