Metacriação e sentido performativo

Autores

  • Antonio Herci Ferreira Júnior Universidade de São Paulo PGEHA - Interunidades de Pós Graduação em Estética e História da Arte
  • Ricardo Stuani Universidade Estadual Paulista (UNESP), Brasil

Palavras-chave:

Campo expandido, Metapartitura, Performance

Resumo

A metacriação modificou o processo de criação artística através da interatividade entre o pensamento humano, inteligência artificial e algoritmos de composição e construção de discursos automáticos. Este ensaio investiga algumas questões que surgem a partir disso.

Biografia do Autor

Antonio Herci Ferreira Júnior, Universidade de São Paulo PGEHA - Interunidades de Pós Graduação em Estética e História da Arte

Compositor, foi aluno de composição de H. J. Koellreutter. Graduado em Filosofia (USP/FFLCH), mestrando no programa de Pós Graduação em Estética e História da Arte (PGEHA) - MAC/ECA/FAU/FFLCH. Regente do CORALOCHA, Coral de intervenção urbana; criador e coordenador do PERCEX, núcleo de Percepção e Performance no Campo Expandido.

Ricardo Stuani, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Brasil

Mestre em Música pela UNESP; percussionista e compositor, membro do PERCEX. Foi Regente do PIAP, Grupo de Percussão da UNESP. Estudou com John Boudler e Carlos Stasi e é Educador Musical do Projeto Guri em São Paulo.

Referências

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Publicado

2015-11-26

Como Citar

FERREIRA JÚNIOR, A. H.; STUANI, R. Metacriação e sentido performativo. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, [S. l.], p. 58–71, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistapos/article/view/15693. Acesso em: 26 out. 2021.

Edição

Seção

Artigos - Seção temática