1968, estética e ideologia

O espetáculo-manifesto 1a Feira Paulista de Opinião

Palavras-chave: Teatro brasileiro, Ditadura militar, Censura teatral

Resumo

O artigo reflete acerca dos eventos históricos, estéticos e políticos em torno do espetáculo-manifesto I Feira Paulista de Opinião promovida pelo Teatro de Arena de São Paulo em junho de 1968, em parceria com diversos artistas da cena paulistana. Trata-se de uma das inúmeras tentativas de compreensão dos rumos da classe e da produção teatral brasileiras após a deflagração da ditadura civil-militar brasileira (1964 – 1985). Nesse contexto, o artigo aventa o influente papel tanto do encenador e formulador ideológico diretor da Feira, Augusto Boal, quanto da imprensa da época, na figura do jornal O Estado de São Paulo e o seu controverso papel no suporte ao teatro paulistano dos anos de 1960.

Biografia do Autor

Gessé Araújo, Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Brasil

É professor adjunto-A da Universidade Federal do Sul da Bahia - UFSB, atuando no Instituto de Humanidades, Artes e Ciências e no Programa de Pós-graduação em Ensino de Relações Étnico-raciais (PPGER) do campus Paulo Freire em Teixeira de Freitas - BA (IHAC-CPF); está coordenador do Colegiado da Licenciatura Interdisciplinar em Artes e suas tecnologias. Possui doutorado e mestrado em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (PPGAC-UFBA) e graduação em Licenciatura em Teatro pela UFBA.

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Publicado
2020-05-27
Como Citar
ARAÚJO, G. A. 1968, estética e ideologia. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, v. 10, n. 19, p. 127-145, 27 maio 2020.
Seção
Artigos - Seção aberta