UBERIZACIÓN FEMENINA, RELACIONES DE GÉNERO Y TRABAJO PRECARIO:

UNA ENCUESTA BIBLIOGRAFICA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.35699/2238-037X.2026.55380

Palabras clave:

Uberización, Relaciones de género, Precariedad en el trabajo

Resumen

La flexibilidad laboral se ha llevado a niveles extremos en los países capitalistas periféricos, al no existir relación laboral entre los proveedores de servicios y la empresa o los solicitantes. Al abordar este contexto, se observa que, históricamente, los empleos informales estaban destinados mayoritariamente a mujeres, especialmente a mujeres negras, ya que la flexibilización de horarios laborales permite combinarlos con el trabajo reproductivo. Es en este sentido que esta investigación pretendió abordar la uberización femenina, analizando las relaciones de género y las condiciones laborales precarias de las conductoras de aplicaciones en Brasil. Metodológicamente, el estudio utiliza investigaciones bibliográficas, realizadas por etapas, desde la definición del tema hasta el análisis de los resultados, e incluyó estudios publicados entre 2022 y 2023 sobre la experiencia de las conductoras en la economía de plataformas digitales. Los resultados revelan que, a pesar de la promesa de flexibilidad y autonomía, la uberización aumenta la precariedad del trabajo femenino, exponiendo a las conductoras a condiciones laborales adversas, inseguridad, acoso y desigualdades de género persistentes. El análisis también destaca la necesidad de políticas públicas para mejorar la protección y garantizar una mayor seguridad y dignidad de estos trabajadores.

Biografía del autor/a

  • Kelly Maria Gomes Menezes, Universidad Federal de Ceará

    Doctora en Educación por la Universidad Federal de Ceará (UFC); Maestría Académica en Políticas Públicas y Sociedad por la Universidad Estadual de Ceará (Uece); Licenciada en Servicio Social por la Uece, en Pedagogía y en Gerontología por la Universidade Estácio de Sá (Unesa). Es Profesora Adjunta del Departamento de Fundamentos de la Educación de Faced/UFC y de los Programas Académicos y Profesionales de Posgrado en Evaluación de Políticas Públicas (UFC).

  • Bianca Morais Souza, Universidad Estatal de Ceará

    Asistente Social, Licenciada en Trabajo Social por la Universidad Estadual de Ceará (UECE).

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Publicado

2026-07-11

Número

Sección

ARTIGOS

Cómo citar

UBERIZACIÓN FEMENINA, RELACIONES DE GÉNERO Y TRABAJO PRECARIO:: UNA ENCUESTA BIBLIOGRAFICA. Trabalho & Educação, Belo Horizonte, v. 35, 2026. DOI: 10.35699/2238-037X.2026.55380. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/trabedu/article/view/55380. Acesso em: 9 oct. 2026.