Bodas, sexualidade e eros, segundo S. Y. Agnon
DOI:
https://doi.org/10.35699/1982-3053.2025.63667Palabras clave:
Literatura hebraica, Literatura israelense, S. Y. AgnonResumen
Em seus períodos de renovação, as literaturas hebraica e ídiche do final do século XIX e início do século XX, seguindo as reviravoltas que prenunciariam novos tempos na vida judaica, denunciaram a estagnação que atingia as densas populações do Leste europeu. Na literatura, os anti-heróis foram apresentados como pessoas paralisadas em todos os aspectos da vida, inclusive o emocional e o intelectual. O símbolo central da paralisia foi o problema de Eros, que passou a ser componente recorrente nessas escritas. A passividade e envolvimentos eróticos infrutíferos foram a marca de muitos personagens. O autor israelense Shai Agnon, cuja produção literária se estendeu por décadas, desenvolveu uma dialética complexa entre as instituições da pré-história hebraica e a angústia da existência moderna. Alguns de seus temas, como sexualidade e eros, envolvendo casamentos, presentes em romances e contos publicados desde 1908 até 1971 (postumamente), que se tornaram modelos na literatura hebraica moderna e contemporânea, serão aqui abordados.
Descargas
Referencias
AGNON, S. Y. Agunot (Esposas acorrentadas). In: AGNON, S. Y. Elu ve'elu (Estes e aqueles). Obras completas, v. II. Jerusalém/Tel Aviv: Schocken, 1953.
AGNON, S. Y. Hachnassat kalá, (O dossel nupcial). In: AGNON, S. Y. Obras completas, v. I. Jerusalém/Tel Aviv: Schocken, 1953.
AGNON, S. Y. Sipur pashut. (Uma história simples). In: AGNON, S. Y. Al capot haman’ul (Na aldrava da fechadura). Obras completas, v. III. Jerusalém/Tel Aviv: Schocken, 1953.
AGNON, S. Y. Shira. Jerusalem/Tel Aviv: Schocken, 1971.
ALTER, Robert. Posfácio a AGNON, S. Y.. Shira. Tradução: Zeva Shapiro. The Toby Press, 2014. Disponível em: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://agnonhouse.org.il/wp-content/uploads/2020/08/Alter-Shira.pdf. Acesso em: 12 ago. 2025.
BAND, Arnold. Nostalgia and Nightmare. A Study in the Fiction of S. Y. Agnon. Berkeley/Los Angeles: University of California Press, 1968.
BAR-YAAKOV, Aviva. Shira – Chidat hanashiut beolamo hapnimi shel Agnon (Shira – o enigma da feminilidade no universo interior de Agnon). Amutá iunguianit israelit chadashá (New Jungian Israeli Association). Disponível em chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://irpcdn.multiscreensite.com/5516d793/files/uploaded/%D7%90%D7%91%D7%99%D7%91%D7%94.pdf. Acesso em: 12 ago. 2025.
BEN-DOV, Nitza. Ahavot lo meusharot: tiskul eiroti, omanut umavet biytsirat Agnon. (Amores infelizes/não-aprovados: frustração erótica, arte e morte na obra de Agnon). Tel Aviv: Am oved, 1997.
BERTINI, K. Shira shel Agnon (Shira, de Agnon). Proyekt Ben-Yehuda. (Projeto Ben-Yehuda). Disponível em: https://benyehuda.org/read/39257. Versão original in Sde reiyá: Massot. Jerusalém, Mossad Bialik, 1977. Acesso em: 12 ago. 2025.
BIALE, David. Eros and the Jews: From Biblical Israel to Contemporary America. Berkeley: University of California Press, 1997.
BÍBLIA. Cântico dos Cânticos 1:2-17; 5: 5-6.
BÍBLIA. Êxodo 31.
HOCHMAN, Baruch. The Ficion of S. Y. Agnon. Ithaca/Londres: Cornell University Press. 1970.
KANIEL, Ruth Kara-Ivanov. 2023. The Tabernacle as a Sacred Feminine Space: The Development of Mythical Images from Biblical Literature to Medieval Kabbalah. Religions 14, n. 8, p. 991. 2023. Disponível em: https://doi.org/10.3390/rel14080991. Acesso em: 12 ago. 2025.
SHAKED, Guershon. Panim acherot bitsirato shel Shai Agnon. (Outras faces na obra de Shai Agnon). Tel Aviv: Hakibutz hameuchad, 1989.
SHAKED, Gershon. Shmuel Yosef Agnon. A Revolutionary Traditionalist. Tradução: Jeffrey M. Green. Nova York/Londres: New York University Press, 1989.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
O autor cede os direitos autorais à revista Arquivo Maaravi. Os direitos de licenciamento utilizados pelo periódico estão sob a Licença Creative Commons do tipo atribuição BY: são permitidos o compartilhamento (cópia e distribuição do material em qualquer meio ou formato) e adaptação (remix, transformação e criação de material a partir do conteúdo assim licenciado para quaisquer fins, inclusive comerciais.



