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Outra Margem: revista de filosofia

About

A Outramargem: revista de filosofia, é uma publicação eletrônica internacional fundada por iniciativa de discentes do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O principal objetivo é divulgar pesquisas de pós-graduandos, nacionais e internacionais, no âmbito da filosofia e áreas afins,  promovendo o intercâmbio entre os pesquisadores por meio de artigos, resenhas, traduções e entrevistas.

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Current Issue

Volume 3, No. 41º Semestre de 2016

Published March 24, 2016

Outra Margem: Ano 3 — n. 4 - 1o semestre de 2016

Issue description

A edição do primeiro semestre de 2016 da revista Outra Margem está disponível para visualização e download em PDF.

Editorial

Entrevistas

Artigos

  1. O HOMEM, A MISÉRIA E A EXCELÊNCIA

    O texto aborda um aspecto da natureza humana a partir da discussão sobre o estado de natureza, na crítica de Rousseau à Pufendorf. Com efeito, o jusnaturalista assinala a miséria humana no estado de natureza como exigência para a sociabilidade fundada sob as luzes da razão. O filósofo genebrino, no entanto, serve das teses de Pufendorf para iniciar sua crítica às tradições teóricas consagradas no seu tempo. Trata-se, assim, de problematizar a noção de miséria e excelência entre o Le Droit de la Nature et des Gens e na passagem correspondente no Discurso sobre a origem da desigualdade.

  2. A METAFÍSICA COMO ANTROPOLOGIA ONTOLÓGICO-EXISTENCIAL EM KARL RAHNER

    This article seeks to demonstrate the metaphysical understanding of the theologian-philosopher Karl Rahner, thematized from a transcendental hermeneutics of man, condition of possibility of the discovery of its open structure at infinity of being, with the reflective locus the world in which existentially lives and makes history. From the reading of his major works “Hearer of the Word” and “Spirit in the World” we seek to trace the relationship between anthropology and metaphysics, which by the question, the man asserts his metaphysical structure open transcendentally to be, act the possibility condition to ask and every last seizure of beings in the world.

  3. O “MUNDO DO TEXTO” COMO CENTRO DA HERMENÊUTICA FILOSÓFICA DE PAUL RICOEUR

    O presente artigo objetiva uma apresentação parcial da hermenêutica filosófica de Paul Ricoeur, mais especificamente a categoria de “mundo do texto”, sua temática central. Ricoeur define o “mundo do texto” como um mundo que um texto propõe, um mundo no qual o leitor pode habitar e projetar seus “possíveis mais próximos”. Portanto, será o “mundo do texto” que, em primeiro lugar, tornará um determinado texto significativo. Isso porque é ele que dará ao mesmo sentido e referência. A interpretação se torna possível graças a essa categoria aduzida por Ricoeur. O método empregado neste artigo é o da revisão bibliográfica.

  4. O QUE EXPÕE A TEORIA CRÍTICA: CONTRADIÇÕES, TENSÕES, DESENVOLVIMENTOS FALHOS?

    Este artigo propõe apresentar como ao longo das três gerações da Teoria Crítica – Max Horkheimer, Jünger Habermas, Axel Honneth – foi-se modificando o vocabulário acerca do que ela deveria denunciar ou expor. Segundo Horkheimer, caberia à Teoria Crítica expor as contradições sociais do sistema de sua época, já o segundo Habermas expõe as tensões inerentes às sociedades complexas e, por fim, Axel Honneth, os desenvolvimentos falhos (ou desviantes) da ideia de liberdade. Cada autor, a sua maneira, aponta as possibilidades de atuação de uma teoria com pretensões de mudança social.

  5. O ATEÍSMO COMO NECESSIDADE NA OBRA DE HOLBACH

    O presente texto tem por objetivo analisar como o Barão de Holbach (1723-1789) dissocia religião da vida moral. Em Sistema da Natureza, o autor demonstra a importância em conhecer o sistema ao qual a natureza se instaura. Nele, a conduta humana se move para a felicidade, de maneira que o ateísmo não decorre de escolha fortuita, mas uma efetiva necessidade.

  6. SUBLIME ABISMO: OS LIMITES DAS FACULDADES NO SISTEMA CRÍTICO KANTIANO

    The critique task proposed by Kant consists in the research of the scope and limits of the mind faculties, developed in the three Critiques and accomplished in the Introduction of the last one. After establish the autonomy faculties, Kant looked for unity, an articulating principle, and found it in the Faculty of Judgment. Nevertheless, the relation between the faculties is not completely explained by the philosopher: if it consists in a fundamental or finalistic unity. There is an abysm between the faculties that Kant try to overcome by giving them a systematic unity, even it’s problematic and undetermined.

  7. SOBRE A ORIGINALIDADE DO ARGUMENTO DO SONHO CARTESIANO

    The aim of this article is to try to understand the Cartesian innovation present in the dream argument, clarifying his scope, his purpose and his skeptical origins. Therefore, it is necessary to compare the Cartesian argument and those presented by philosophers before him, in an attempt to clarify the similarities and differences, and understand how Descartes reappropriates elements from the skepticism. We conclude that the most likely Cartesian inspiration is Montaigne, and that this influence is most evident in the Discourse than in the Meditations.

  8. A GLÓRIA EM MONTAIGNE, DESCARTES E HUME

    este artigo interpreta como a noção de glória aparece em três filósofos modernos, Montaigne, Descartes e Hume. Para tanto, percorre dois capítulos capitais dos Ensaios (I.41 e II.16) que tratam diretamente desta paixão. Vai, em seguida, aos artigos das Paixões da alma (2ª Parte, art. 66 e 3ª Parte, arts. 204 e 206) que a definem diretamente, incluindo outros onde a glória é, de algum modo, mencionada. Por fim, incursiona no Tratado da Natureza Humana (seção 11 da Primeira Parte do Segundo Livro) onde Hume trata do amor à fama, que estamos equiparando ao desejo de glória. Nossa conclusão busca cotejar as três posições entre si, mostrando tanto as similitudes quanto as dessemelhanças.

  9. AS FACULDADES IMAGINATIVA E ESTIMATIVA

    Avicena (980-1037) investiga as faculdades da alma, dentre elas a imaginativa e a estimativa, em várias de suas obras, dentre elas, o Livro sobre a alma (K. al-nafs). Em vista de distingui-las, são estabelecidos alguns critérios de diferenciação dos sentidos. Como apontar-se-á, a defesa da existência de um propósito fundamental não é suficiente para explicar as ações das faculdades da alma, pois outros dois elementos estão envolvidos: a posse de um órgão apropriado e a alteração causada pelo objeto peculiar a cada faculdade. Em seguida, após reconhecer os tipos de ações realizadas pelos sentidos internos, no caso, pelas faculdades estimativa e cogitativa, discutirei algumas dificuldades em torno das suas atividades próprias.

Traduções