La vivencia de los padres de un niño con mala formaciones congénitas
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50346Palabras clave:
malformación congénita, enfermería, familiaResumen
El conflicto entre el hijo imaginario yel hijo real asume varias dimensiones ante el diagnóstico de malformación congénita y tiende a repercutir intensamente en el ámbito familiar. Los profesionales de salud deben interactuar correctamente buscando la detección de problemas y la intervención precoz. Por ello es indispensable considerar la experiencia de los padres de niños con malformación congénita. El objeto del presente estudio fue conocer la experiencia de dichos padres referente al nacimiento del niño portador de malformación congénita e identificar sus emociones después de tal diagnóstico. Se trata de una investigación cualitativa realizada en la Unidad de Tratamiento Intensivo Neonatal de un hospital filantrópico de la ciudad de Juiz de Fora. Los sujetos del estudio fueron ocho padres de niños nacidos con malformación congénita, internados en la referida unidad entre los meses de setiembre y noviembre de 2008. Los relatos mostraron que, ante la noticia de malformación congénita, hay un fuerte impacto emocional que desencadena distintas reacciones en los padres y en los demás miembros de la familia. El estudio se mostró instructivo y apunta para la necesidad de capacitación de los profesionales de salud con miras a intervenir adecuadamente en los casos de malformación congénita. Señala, además, la necesidad de realizar más estudios de enfermería sobre este tema para que los enfermeros estén aptos a cuidara estos niños y, asimismo, ampliar su conocimiento.Descargas
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