CARTA TERRESTRE

COMO PENSAR O GLOBAL A PARTIR DO LOCAL. OU VICE-VERSA.

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35699/2238-2046..15715

Palavras-chave:

território, instalação, performance

Resumo

O   artigo   apresenta   uma   narrativa   sobre   a   instalação   performática  Carta Terrestre, apresentada pelo autor no  Festival de La Tierra, na Venezuela e no Paço   das   Artes,   em   São   Paulo.   O   trabalho   discute   a   noção   de   território contemporâneo,   que   ultrapassa   as   fronteiras   físicas,   geográficas   e políticas, reconfigurando-se a partir de uma teia de afetos potencializada pelos contatos virtuais na internet. A percepção do local é atravessada por uma sensação de globalidade na medida em que o indivíduo se conecta afetivamente com o outro. O trabalho artístico nutre-se dessa experiência e fomenta, ele mesmo, a possibilidade de surgimento de novas conexões entre os indivíduos que o experimentam. 

Biografia do Autor

  • Hugo Fortes, Universidade de São Paulo (USP), Brasil

    Artista visual e Professor Associado na ECA-USP. Livre-docente (2016) e Doutor (2006) em Artes Visuais pela ECA-USP. Realizou doutorado sanduíche na Alemanha (2004-2006) como bolsista DAAD.

Referências

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Publicado

2017-05-31

Edição

Seção

Seção Aberta: Artes Plásticas, Visuais e Interartes

Como Citar

CARTA TERRESTRE: COMO PENSAR O GLOBAL A PARTIR DO LOCAL. OU VICE-VERSA. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, Belo Horizonte, p. 237–257, 2017. DOI: 10.35699/2238-2046.15715. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistapos/article/view/15715. Acesso em: 22 jan. 2025.

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