Memória e imaginários

estudo sobre a composição do Patrimônio Cultural material de Juiz de Fora (MG)

Resumo

Pretende-se no decorrer do artigo refletir sobre a formação do patrimônio histórico e cultural de Juiz de Fora, tendo em vista que este é essencialmente constituído por obras de estrangeiros europeus guiados por preceitos positivistas e que, em certa medida, contribuiram para o silenciamento de tantas outras memórias marginais às aspirações da elite local que se pretendia moderna e industrial e ao seu restrito centro urbano. A partir da análise da historiografia, busca-se observar como a constituição do patrimônio histórico juiz forano e sua concentração espacial seguiu essa formação urbana, refletindo na criação de imaginários e memórias coletivas.

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Biografia do Autor

Dalila Varela Singulane, Universidade Federal de Juiz de Fora

Mestranda em História (Bolsista CAPES), orientada pelo Prof. Rodrigo Christofoletti na Universidade Federal de Juiz de Fora. Bacharel em História com habilitação em Patrimônio Histórico pela UFJF.

Publicado
2020-05-31