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Edição 45 - Temporalidades, Belo Horizonte, Suplemento 1 – Anais do XII EPHIS
v. 17 (2026)O Encontro de Pesquisa em História é um evento anual criado e organizado por estudantes da graduação e pós-graduação da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A XII edição do evento acontecerá entre os dias 15 e 18 de outubro nas dependências da UFMG e terá como tema central Encruzilhadas historiográficas: Itinerâncias nos saberes e caminhos para a história. Ao longo de nossas trajetórias profissionais, tanto na docência quanto na pesquisa, historiadores e historiadoras frequentemente se deparam com encruzilhadas. Essas encruzilhadas representam momentos decisivos, onde, como pesquisadores e professores, somos constantemente chamados a fazer escolhas. Seja ao selecionar um tema de pesquisa, delimitar um recorte temporal ou espacial, ou decidir a abordagem que adotaremos em sala de aula, cada decisão molda tanto nossa visão sobre os objetos de estudo quanto nossas práticas pedagógicas. O fazer historiográfico nos desafia a conhecer novas metodologias e conceitos, o que nos leva a tomar novas decisões e, consequentemente, enfrentar novas encruzilhadas que impactam tanto nossa história quanto a de outros.
Além de serem momentos de decisão, essas encruzilhadas também são lugares de encontro, como é o EPHIS, que proporciona trocas entre historiadores, compartilhamento de pesquisas e a abertura de novas possibilidades de conhecimento. São nessas encruzilhadas que teorias e saberes circulam e entram em diálogo, transformando tanto nossas práticas quanto a própria teoria em si. Nesse sentido, o conceito de itinerância se faz presente nas encruzilhadas historiográficas de nossas profissões, nos levando a tomar caminhos antes não pensados para nossos trabalhos. Compreender que nossos saberes caminham conosco significa reconhecer que outros também trilham seus próprios caminhos, com diferentes saberes, ampliando as possibilidades historiográficas. Assim, o objetivo deste EPHIS é convidar os saberes históricos que desafiam tanto o papel social de nós historiadores quanto nos fazem refletir sobre a função social da história além das fronteiras acadêmicas. A partir dessa perspectiva mais ampla, a proposta deste tema busca não apenas incluir os espaços universitários, mas também trazer para o centro das discussões os diversos sujeitos e comunidades que interagem com o saber histórico — como as comunidades quilombolas, congados, praticantes de religiões afro-brasileiras e os povos indígenas. Nessas culturas, a encruzilhada, além de lugar sagrado, simboliza caminho, encontro, movimento e celebração. Ao considerar esses saberes, não olhamos apenas para os escombros do passado, mas também para o que e quem permanece sob eles após as tempestades. É por meio desses diálogos, nas encruzilhadas de nossa disciplina, que o EPHIS, neste ano, busca compreender os caminhos trilhados pela história. A diversidade de temas pesquisados, as experiências em sala de aula e nossa atuação política — seja para enterrar ou caminhar com o passado — compõem essa reflexão. Assim, nos aproximamos das múltiplas formas de pensar e vivenciar a história em suas diferentes dimensões.
Atenciosamente,
a Comissão Organizadora.
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Edição 40 - As Instituições Políticas e a Construção das Identidades Nacionais nos Estados Pós-Coloniais
v. 15 n. 2 (2024)Dossiê Temático 40 - As Instituições Políticas e a Construção das Identidades Nacionais nos Estados Pós-Coloniais
Revista discente do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG.
Março 2024.
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Edição 39 - Produzindo Ciências: história científica do Brasil pós-independência (mar./set.2023)
v. 15 n. 1 (2023)Dossiê Temático 39 - Produzindo Ciências: história científica do Brasil pós-independência
Revista discente do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG.
Setembro 2023.
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Edição 38 - Temporalidades, Belo Horizonte (jan./ago.2023)
v. 14 n. 2 (2023)Dossiê Temático 38 - Mulheres, gênero, feminismos: a reescrita da História a partir do Sul Global
Revista discente do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG.
Janeiro 2023.
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Edição 33 - Temporalidades, Belo Horizonte, Vol. 12, n.2 (mai./ago. 2020)
v. 12 n. 2 (2020)Edição 33 - Temporalidades, Belo Horizonte, Vol. 12, n.2 (mai./ago. 2020)
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Edição 32 - Temporalidades, Belo Horizonte, Vol. 12, n.1 (jan./abr. 2020)
v. 12 n. 1 (2020)Edição 32 - Temporalidades, Belo Horizonte, Vol. 12, n.1 (jan./abr. 2020)
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Edição 31 - Temporalidades, Belo Horizonte, Vol. 11, n.3 (set./dez. 2019)
v. 11 n. 3 (2020)"A ciência na história: construindo e desconstruindo fronteiras"
O define a ciência? Ou quem a define? Nos anos 1980, o sociólogo Thomas F. Gieryn chamou de “trabalho de fronteira” o esforço de cientistas em criar uma imagem pública para a ciência. Analisando controvérsias como o debate evolução-criação no ensino de biologia, o autor demonstrou que raramente tais disputas se apresentam na forma de ciência vs. não-ciência, mas sim como combates para demarcar o próprio território da atividade científica.
A análise continua atual. Enquanto hoje, de um lado, alguns tem se levantado contra o crescimento recente de movimentos “anticiência”, do outro lado, terraplanistas, movimentos antivacina e céticos quanto ao aquecimento global afirmam-se científicos e declaram sua oposição à “falsa” ou “má ciência” produzida por seus adversários. Em outra frente de batalha, perspectivas acadêmicas bem consolidadas na história, sociologia e filosofia da ciência – como, por exemplo, a epistemologia feminista e os estudos decoloniais – impõem uma densa reflexão sobre diversos pressupostos considerados ingênuos da ciência tradicional.
Por meio dessa chamada, convidamos autoras e autores das mais diversas perspectivas teóricas e metodológicas a submeterem trabalhos relacionados às construções e desconstruções históricas das fronteiras da ciência, bem como aos embates, alianças, trânsitos e exílios característicos de tais processos de demarcação.
Privilegiaremos os seguintes eixos temáticos:
Estudos de controvérsia;
Ciência e religião;
Epistemologia feminista;
Epistemologias do Sul;
E demais trabalhos de História e Historiografia da Ciência alinhados ao tema proposto. -
Edição 30 - Temporalidades, Belo Horizonte, Vol. 11, n.2 (mai./ago. 2019)
v. 11 n. 2 (2019)No lançamento da 30º edição da Temporalidades, revista discente do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Minas Gerais, o dossiê temático, “Pensar a educação na História: intelectuais, práticas e discursos”, levanta discussões que abordam diversos eixos temáticos como História da Educação, História dos Intelectuais, História Intelectual e História Política.
Para além do debate acadêmico, a publicação deste dossiê se torna urgente devido aos ataques que o campo e as instituições de educação vêm sofrendo, especialmente no ano corrente. Destacamos os cortes de verbas feitos pelo atual governo federal destinadas ao ensino público, de todos os níveis, comprometendo pesquisas, a manutenção do quadro de docentes, e, até mesmo, o simples funcionamento de prédios. Além disso, a ascensão de grupos “anticiência”, já denunciados em nossa edição anterior, vem constrangendo pesquisadores e docentes da área de educação quando tais grupos negam a existência de eventos, invalidam resultados de pesquisas científicas e se posicionam favoráveis à maior restrição de verbas destinadas à área da educação. Nesse sentido, é importante ressaltar a existência das iniciativas discentes como a Revista Temporalidades, que em 2019 comemora uma década. Ainda que os tempos sejam difíceis, a Revista Temporalidades segue e seguirá firme na produção e divulgação do conhecimento científico.
Em meio a tal conjuntura, propomos o Dossiê Temático: “Pensar a educação na História: intelectuais, práticas e discursos”. O objetivo desta organização é promover reflexões, sob a perspectiva histórica, acerca da educação e do papel dos intelectuais para, com isso, melhor responder às questões do tempo presente. Territórios plurais, as temáticas propostas no Dossiê contemplam períodos, contextos e assuntos diversos e muito ricos, trazendo interdisciplinaridade e discussões profícuas para a produção historiográfica.
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Edição 29 - Temporalidades, Belo Horizonte, Vol. 11, n.1 (jan./abr. 2019)
v. 11 n. 1 (2019)INFORME: Houve um erro de numeração na ocasião da publicação da revista. A edição 29 é a número 1 do volume 11 da Temporalidades, e não número 2, como consta nos PDFs originais.
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Edição 19 - Temporalidades, Belo Horizonte, v. 7 (Suplemento, 2015)
v. 7 (2015)EDIÇÃO SUPLEMENTAR - Anais do IV Encontro de Pesquisa em História - UFMG
Apresentamos os ANAIS do IV Encontro de Pesquisa em História, evento discente dos cursos de graduação e pós-graduação em História da UFMG, realizado entre 12 e 15 de maio de 2015 na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas.
Os textos que compões esse Anais representam a diversidade de temas e métodos de pesquisa abordados nas programações de cada edição do EPHIS, cuja missão é oferecer um espaço aberto de discussão e debate acerca das pesquisas discentes.
Em 2015, o evento contou com mais de 700 inscritos que participaram da programação composta por 20 Simpósios Temáticos, 15 Minicursos e 8 Mesas de Comunicações Livres. Durante os 04 dias de evento foram apresentados cerca de 390 trabalhos, dentre os quais 77 textos completos compõem estes Anais.
No ensejo das comemorações dos 25 anos do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG (PPGHIS-UFMG), o EPHIS elegeu como tema da sua quarta edição o debate acerca da diversidade das pesquisas de pós-graduação dessa área de conhecimento realizadas no país, como demonstradas nos textos que seguem.
Agradecemos a partipação dos autores e demais inscritos, ao Programa de Pós-Graduação em História da UFMG e ao Conselho Editorial da Revista Temporalidades.
Para maiores informações, acessar o SITE DO IV EPHIS (2015).
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Edição 14 - Temporalidades, Belo Horizonte, v. 6 (Suplemento, 2014)
v. 6 (2014)EDIÇÃO SUPLEMENTAR - Anais do III Encontro de Pesquisa em História - UFMG
É com imensa satisfação que divulgamos os Anais do III Encontro de Pesquisa em História da UFMG em parceria com a Revista Temporalidades, revista do corpo discente dos pós-graduandos em História pela UFMG, sob o Suplemento de volume número 6.
Na publicação, os textos completos do III EPHIS foram organizados em Simpósios Temáticos e Comunicações Livres. Para facilitar a localização dos mesmos na edição, dividimos os Anais em partes, atribuindo uma capa especial e um sumário independente.
Para além dos Anais do III EPHIS, o Suplemento também traz a entrevista com o Professor Dr. Graham Burnett, da Universidade de Princeton – EUA. Professor da linha de pesquisa História da Ciência, suas gentis respostas as nossas perguntas estão relacionadas à temática do dossiê do v. 6, n. 2: “A Circulação do Conhecimento na Ciência Moderna”.
Esperamos que apreciem a edição e desejamos a todos uma ótima leitura!
Para maiores informações, acessar o SITE DO III EPHIS (2014).






