AS CONCEPÇÕES DE SUBJETIVIDADE EM GRAMSCI E LUKÁCS E A PRAXIS EDUCACIONAL / The conceptions of subjectivity by Gramsci and Lukács and the educational praxis

Autores

  • Eduardo Pinto e Silva UFSCAR

Palavras-chave:

Gramsci, Praxis educaional, Lukács

Resumo

A realidade social e a subjetividade, ambas atravessadas pelas dimensões subjetiva e objetiva, constituem-se nos processos dialéticos da relação indivíduosociedade. Tais processos são abordados por distintas perspectivas críticas e sóciohistóricas,
com destaque para a contribuição daquelas fundamentadas nas
proposições teórico-metodológicas do materialismo histórico-dialético. No presente artigo, cujo objetivo primordial é o de explicitar as concepções de subjetividade em Gramsci (1987) e Lukács (1973; 1979) e de relacioná-las às práticas sócioeducacionais, optamos por adotar os termos objetivação e apropriação para nos referirmos a tais processos (LESSA, 2003; SILVA JÚNIOR & FERRETTI, 2004), ao
invés dos termos internalização, externalização e objetivação (BERGER & LUCKMANN, 1978). Justificamos nossa opção em função da compreensão de que os termos objetivação e apropriação são mais coerentes à ontologia marxista e às concepções de sujeito da vontade concreta (GRAMSCI, 1987) e sujeito ontológico (LUKÁCS, 1979), ou ainda, à noção da dialética entre indivíduo e sociedade apontada por inúmeros autores indicados nas referências deste artigo.

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Publicado

2010-05-24

Como Citar

SILVA, E. P. e. AS CONCEPÇÕES DE SUBJETIVIDADE EM GRAMSCI E LUKÁCS E A PRAXIS EDUCACIONAL / The conceptions of subjectivity by Gramsci and Lukács and the educational praxis. Trabalho & Educação, Belo Horizonte, v. 17, n. 2, p. 89–102, 2010. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/trabedu/article/view/8589. Acesso em: 5 dez. 2021.

Edição

Seção

ARTIGOS