Identidades en Disputa: La Formación de Profesores de Química en los Institutos Federales a la Luz de la Teoría de los Campos de Bourdieu
DOI:
https://doi.org/10.28976/1984-2686rbpec2026u633658Palabras clave:
formación docente, identidad formativa, campo educativo, Institutos FederalesResumen
Este artículo analiza los perfiles formativos de los cursos de Licenciatura en Química ofrecidos por los Institutos Federales, considerando la formación de profesores propuesta en los Proyectos Pedagógicos de Curso, a la luz de la teoría de los campos de Pierre Bourdieu. Se discute la constitución de las identidades formativas y las disputas entre capitales simbólicos que estructuran estos cursos, con énfasis en el capital pedagógico y el capital científico-tecnológico. Se observa que, aunque existen esfuerzos por superar el modelo bacharelesco y avanzar en propuestas de formación docente crítica, los cursos continúan operando predominantemente bajo la lógica del campo científico tradicional, evidenciada en la centralidad del conocimiento específico y en la formación del profesorado. Los análisis indican que los cursos se configuran como espacios formativos híbridos, marcados por tensiones entre racionalidades distintas y por disputas de legitimidad en el subcampo de la formación de profesores de Química. La identidad formativa permanece en construcción y atravesada por relaciones de fuerza simbólica.
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