Concepções de cuidado por cuidadores formais de pessoas idosas institucionalizadas

Autores

  • Chrystiany Plácido de Brito Vieira Universidade Estadual do Ceará - UECE. Fortaleza, CE - Brasil.
  • Emiliana Bezerra Gomes Universidade Estadual do Ceará - UECE. Fortaleza, CE - Brasil.
  • Ana Virginia de Melo Fialho Universidade Estadual do Ceará - UECE. Fortaleza, CE - Brasil.
  • Lúcia de Fátima da Silva Universidade Estadual do Ceará - UECE. Fortaleza, CE - Brasil.
  • Maria Célia de Freitas Universidade Estadual do Ceará - UECE. Fortaleza, CE - Brasil.
  • Thereza Maria Magalhães Moreira Universidade Estadual do Ceará - UECE. Fortaleza, CE - Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.5935/2316-9389.2011.v15.50370

Palavras-chave:

Idoso, Cuidado, Cuidadores, Institucionalização

Resumo

Em razão do aumento progressivo da população idosa e da complexidade que envolve o processo de cuidar do idoso em instituição de longa permanência, exige-se do cuidador formal preparo e conhecimentos específicos. Este estudo foi realizado com o objetivo de conhecer as concepções de conceito de cuidar formuladas por cuidadores formais de idosos em uma instituição asilar do município de Fortaleza-CE, Brasil. Trata-se de um estudo descritivo e exploratório, de natureza qualitativa, realizado com sete cuidadores formais de uma instituição de longa permanência, no mês de julho de 2009. Os dados foram coletados por meio da gravação de entrevistas semiestruturadas e examinados mediante análise temática de conteúdo. Quanto à caracterização dos participantes do estudo, a idade variou entre 20 e 40 anos, predominaram cuidadores do sexo feminino, residentes em Fortaleza, casados, com escolaridade de até dez anos de estudos, e aqueles com um a dois anos de tempo na função. Dos depoimentos, emergiram cinco categorias temáticas que configuram a concepção de cuidar desses cuidadores: cuidado como técnica/assistência; cuidado como interação; cuidado como subjetividade; cuidado como atitude; cuidado como descaracterização do sujeito. Percebeu-se a dificuldade de esses cuidadores compreenderem a amplitude do conceito de cuidado, evidenciado pela tendência em reduzir a prática de cuidar a mera execução de procedimentos técnicos, assim como pela fragmentação do cuidado, o que pode contribuir para a desvalorização dos sujeitos envolvidos no processo de cuidar.

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Publicado

01-09-2011

Edição

Seção

Pesquisa

Como Citar

1.
Vieira CP de B, Gomes EB, Fialho AV de M, Silva L de F da, Freitas MC de, Moreira TMM. Concepções de cuidado por cuidadores formais de pessoas idosas institucionalizadas. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 1º de setembro de 2011 [citado 13º de agosto de 2026];15(3). Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50370

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