La permanencia de la familia en la unidad de cuidados intensivos pediátricos oncológicos:

percepción de enfermería

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5935/1415-2762.20190028

Palabras clave:

Familia, Enfermería Oncológica, Niño, Neoplasias, Unidades de Cuidados Intensivos

Resumen

Objetivo: identificar la percepción del personal de enfermería sobre los límites y posibilidades de la presencia del familiar en la atención del niño en cuidados intensivos pediátricos oncológicos. Método: estudio cualitativo, tipo estudio de caso, realizado entre septiembre y noviembre de 2014, con 25 miembros de enfermería, por medio de entrevistas semiestructuradas, en una unidad de cuidados intensivos pediátricos oncológicos de un hospital público de Río de Janeiro. Los datos fueron sometidos al análisis de contenido categorial. Resultados: el personal percibe que, en algunas situaciones, la permanencia del familiar perjudica sus tareas, aunque también entiende que es esencial para el cuidado al ofrecerle compañía y transmitirle confianza al niño. Conclusión: el cuidado compartido entre el personal de enfermería y la familia significa negociación continua, intercambio de experiencias y permite cuidar al niño con cáncer en la unidad de cuidados intensivos.

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Publicado

2019-02-20

Número

Sección

Investigación

Cómo citar

1.
Anjos C dos, Santo FH do E, Silva LF da, Souza SR de, Pinto CMI, Paiva ED. La permanencia de la familia en la unidad de cuidados intensivos pediátricos oncológicos:: percepción de enfermería. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2019 Feb. 20 [cited 2026 May 2];23. Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/49791

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