Calidad de vida y capacidad funcional de ancianos con osteoporosis
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2012.v16.50302Palabras clave:
Calidad de Vida, Envejecimiento, Actividades Cotidianas, Osteoporosis, Enfermería GeriátricaResumen
Encuesta domiciliaria descriptiva y transversal con el objetivo de comparar el grado de incapacidad funcional y el score de calidad de vida de ancianos con osteoporosis entre varones y mujeres, edad, estado civil e ingreso. El estudio se llevó a cabo con 553 ancianos con osteoporosis. Los instrumentos semiestructurados utilizados fueron WHOQOL-BREF y WHOQOL-OLD. Los datos fueron analizados por el software SPSS. Se utilizó la distribución de frecuencias y las pruebas t-Student, ANOVA-F, Kruskal Wallis y chi cuadrado (p <0,05). La mayoría eran mujeres, edad entre 60 y 70 años, viudas y con ingreso de hasta un sueldo mínimo. No hubo diferencia significativa en la comparación entre género e ingreso con el grado de incapacidad funcional. Se encontró mayor incapacidad funcional entre los ancianos con más de 80 años y sin compañero. En el WHOQOL-BREF, se obtuvo mayor puntuación en el aspecto relaciones sociales y menor en el físico. En el WHOQOL-OLD las puntuaciones mayores fueran en los aspectos funcionamiento de los sentidos y menores en autonomía. Las mujeres con más de 80 años tuvieron puntuaciones más bajas en muerte y morir. Los hombres con más de 80 años tuvieron puntuaciones más bajas en el dominio físico y en funcionamiento dos sentidos. Los viudos tuvieran puntuaciones más bajas en relaciones sociales y los que reciben hasta un sueldo mínimo en el dominio psicológico.Descargas
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