CULTURA E IDENTIDADE NACIONAL NOS ANOS VARGAS: TENSÕES E CONTRADIÇÕES DA UMA CULTURA OFICIAL

Autores

  • Gabriel Frias Araújo
  • Agnaldo de Souza Barbosa

DOI:

https://doi.org/10.35699/2525-8036.2016.5009

Resumo

O presente artigo pretende discutir a gestão da cultura nos anos de governo Getúlio Vargas, especialmente nos anos do Estado Novo. Busca-se aqui compreender de que forma a cultura e a cultura popular, questões em alta à época eram pensadas e de que modo a ação governamental, através das mais diversas formas, tentaria trazê-la para perto das esferas da oficialidade. Assim, compreender tal questão significa reconhecer que a relações entre Estado Novo e cultura estão calcadas em tensões e contradições. De um lado o incentivo à cultura oficial, de outro tentativa de encampar a cultura popular, seja por meio da repressão e adaptação dela aos interesses de Estado, apagando dela as marcas e heranças que pudessem se chocar com os interesses do regime. Exemplo desse movimento será o samba, que aqui trataremos um pouco. Contudo, antes de nos lançarmos à questão central desta discussão também será necessário, ainda que de forma breve, percorrer a ideia de nacional popular, e compreender os pontos de intersecção entre a problemática da identidade nacional e a questão da cultura popular.

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Publicado

2016-11-21

Como Citar

FRIAS ARAÚJO, G.; DE SOUZA BARBOSA, A. CULTURA E IDENTIDADE NACIONAL NOS ANOS VARGAS: TENSÕES E CONTRADIÇÕES DA UMA CULTURA OFICIAL. Revista de Ciências do Estado, Belo Horizonte, v. 1, n. 2, 2016. DOI: 10.35699/2525-8036.2016.5009. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revice/article/view/5009. Acesso em: 7 jul. 2022.