Estado conservador e políticas públicas de segurança pública

uma análise de caso sobre a Argentina, o Brasil e a Colômbia (2015-2022)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35699/2525-8036.2026.58696

Palavras-chave:

Conservadorismo, Direitos humanos, Políticas públicas, Segurança pública

Resumo

Diante dos altos índices de violência e criminalidade observados na América Latina, destaca-se, entre outros meios de planejamento e controle, a implementação de políticas públicas como forma de enfrentamento ao crime. O presente trabalho segue com o objetivo de analisar como a garantia e a proteção aos direitos humanos têm sido influenciadas por políticas públicas de segurança pública elaboradas pelo Estado, entre 2015 e 2022, na Argentina, no Brasil e na Colômbia, especialmente levando em consideração a ascensão de governos conservadores nesse período. A metodologia aplicada ao presente estudo é de natureza qualitativa, ao passo que o método aplicado é de caráter dedutivo e utiliza a técnica de análise de conteúdo, assim, possibilitando verificar as características assimiladas por tais políticas públicas, bem como seus impactos sobre os direitos humanos. Os resultados, por sua vez, revelam que as implementações de tais políticas públicas produzem efeitos práticos na garantia e proteção aos direitos humanos, contudo, estas repercussões podem ser mais ou menos gravosas de acordo com o nível de coercitividade, punitivismo e autoritarismo que carregam

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Biografia do Autor

  • Fran Espinoza, Universidade Tiradentes

    É PhD em Estudos Internacionais e Interculturais (Universidad de Deusto, Espanha). Pós-Doutorado em Políticas Públicas (UFPR). Mestre em Estudos Internacionais de Paz, Conflito e Desenvolvimento (Universidad Jaume I, Espanha). Graduado em Ciência Política (Universidad Rafael Landívar, Guatemala). Ex-bolsista da Cátedra UNESCO (Universidad de Deusto, Espanha). Foi Researcher Marie Curie Action, Initial Network SPBuild (Comissão Europeia) pela Universidade de Coimbra, Portugal. Realizou Estágio de pesquisa na Universidade Louvain-la-Neuve, Bélgica. Éprofessor do Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos e líder do grupo de pesquisa políticas públicas de proteção aos direitos humanos, CNPq, Universidade Tiradentes – UNIT. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-7882-5449. Contato: espinoza.fran@gmail.com

  • Maria Luiza de Andrade Conceição, Universidade Tiradentes

    Graduanda em Direito pela Universidade Tiradentes (UNIT), Aracaju. Membro do Grupo de Pesquisa de Políticas Públicas de Proteção aos Direitos Humanos (GPPDH) – CNPq. Participou enquanto pesquisadora de graduação no projeto “Neoconservadorismo e Políticas de Segurança Pública na América Latina (2015-2022)”, com bolsa PIBIC/CNPq. ORCID: https://orcid.org/0009-0002-0696-4583. Contato: mariaandrade1520@gmail.com

  • Vinícius Matos Barboza Silva, Universidade Tiradentes

    Graduando em Direito pela Universidade Tiradentes (UNIT), Aracaju. Membro do Grupo de Pesquisa de Políticas Públicas de Proteção aos Direitos Humanos (GPPDH) – CNPq. Participou voluntariamente enquanto pesquisador de graduação no projeto "Neoconservadorismo e políticas públicas de segurança pública na América Latina (2015-2022)". ORCID: https://orcid.org/0009-0009-6885-9931

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Publicado

30-06-2026

Como Citar

MOLINA, Juan Francisco Espinoza; CONCEIÇÃO, Maria Luiza de Andrade; SILVA, Vinícius Matos Barboza. Estado conservador e políticas públicas de segurança pública: uma análise de caso sobre a Argentina, o Brasil e a Colômbia (2015-2022). Revista de Ciências do Estado, Belo Horizonte, v. 11, n. 1, p. 1–27, 2026. DOI: 10.35699/2525-8036.2026.58696. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revice/article/view/e58696. Acesso em: 22 jul. 2026.