Interseccionalidad y Amefricanidad en Lélia Gonzalez
DOI:
https://doi.org/10.35699/2525-8036.2026.65226Palabras clave:
Interseccionalidad, Amefricanidad, Feminismos, DecolonialismoResumen
En este texto presentamos reflexiones elaboradas a partir de la lectura de Lélia Gonzalez y su actualidad en torno a los debates intelectuales, sociales y políticos sobre la decolonialidad y la interseccionalidad. Seguimos un camino exploratorio de investigación bibliográfica para producir tres inferencias analíticas. En primer lugar, identificamos los enredos interseccionales y decoloniales en la cuarta (y más reciente) ola del feminismo, considerando que su influencia mediatizada interfirió en sus propios fundamentos y concepciones como movimiento de pretensión democrática y universal. A continuación, discutimos la forma en que la interseccionalidad entre género, raza y clase social es abordada en la obra de González y por qué esto la caracteriza como una pensadora (feminista) brasileña pionera en la lectura interseccional de la realidad. Luego, exploramos su elaboración “Amefricanidad”, categoría de gran relevancia para la comprensión de la realidad local y regional, que presenta contornos claramente alineados con las perspectivas que vendrían a denominarse decoloniales. Al final, concluimos sobre la importancia del trabajo de Lélia González y su mirada crítica para inspirar al feminismo a ser un movimiento en el que nadie se quede atrás.
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