Ressignificações da Paisagem na década de 1970: Manfredo Souzanetto e Décio Noviello nos Salões Nacionais de Arte

  • Rodrigo Vivas Professor da Escola de Belas Artes e do Programa de Pós-Graduação da mesma instituição
Palavras-chave: arte

Resumo

          Os Salões Nacionais de Arte, ocorridos no Museu de Arte da Pampulha em Belo Horizonte, notabilizaram-se por selecionar e premiar um conjunto de obras artísticas, muitas das quais foram incorporadas ao acervo do museu. Na década de 1970, a discussão da Paisagem torna-se recorrente na apresentação das propostas dos artistas. Para desenvolvimento dessa discussão selecionamos as obras premiadas dos artistas Manfredo Souzanetto e Décio Noviello.

Biografia do Autor

Rodrigo Vivas, Professor da Escola de Belas Artes e do Programa de Pós-Graduação da mesma instituição
O Pesquisador e Professor Rodrigo Vivas Andrade graduou-se em História pela  Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) em 1999 onde recebeu o prêmio de Destaque no Curso. Realizou seu mestrado em História da Cultura na Universidade Federal de Minas Gerais (2001). Defendeu a tese de Doutorado em História da Arte em 2008, UNICAMP, sendo orientado pelo Professor Nelson Aguilar com o título: Os Salões Municipais de Belas Artes e a Emergência da Arte Contemporânea em Belo Horizonte. 1960-1969. Publicou vários artigos e seu livro mais recente: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. É professor de História da Arte da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, professor do Programa de Pós-Graduação da mesma instituição.
Publicado
2019-11-20
Como Citar
VIVAS, R. Ressignificações da Paisagem na década de 1970: Manfredo Souzanetto e Décio Noviello nos Salões Nacionais de Arte. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, p. 397-418, 20 nov. 2019.
Seção
Artigos - Seção aberta